A Prefeitura de Jundiaí informou, nesta terça-feira (5), que um novo laudo laboratorial confirmou a presença do vírus Influenza A em uma ave silvestre da espécie biguá, encontrada morta no dia 25 de abril na Associação Mata Ciliar. O exame anterior, divulgado em 30 de abril, já havia apontado resultado positivo para o vírus, mas o novo teste descartou a hipótese de gripe aviária (H5N1), trazendo alívio para as autoridades sanitárias.
Detalhes do caso
O animal, um biguá (também conhecido como mergulhão), foi resgatado com sintomas neurológicos graves e veio a óbito no mesmo dia. A ave aquática é comum em diversas regiões do Brasil. O novo exame, mais específico, indicou que se trata de Influenza A, um subtipo diferente do vírus da gripe aviária, o que representa menor risco de transmissão para humanos, especialmente para os profissionais que tiveram contato direto com o animal durante o resgate.
Recomendações à população
Apesar do descarte da gripe aviária, a Prefeitura de Jundiaí e as autoridades de saúde reforçam a orientação para que a população não manipule aves doentes ou mortas. Em caso de suspeita, a recomendação é acionar imediatamente os órgãos competentes, como a Vigilância Sanitária ou a Defesa Civil. Medidas de biossegurança continuam sendo essenciais para evitar a propagação de doenças.
Contexto regional
O caso ocorre em meio a um monitoramento constante de aves migratórias e silvestres na região, que faz parte do plano de vigilância da gripe aviária no estado de São Paulo. A Prefeitura de Jundiaí mantém equipes treinadas para atender ocorrências envolvendo animais silvestres e ressalta a importância da colaboração da comunidade.
A ave biguá é conhecida por seu mergulho característico e habita lagos, rios e represas. Embora o caso atual não represente risco imediato à saúde pública, as autoridades seguem em alerta e monitoram a situação de perto.



