Hollywood é o berço da ficção, então não devemos acreditar em tudo que assistimos. Ainda assim, a morte de alguns personagens parece plausível, e quando os mesmos cenários fatais se repetem em vários filmes, isso pode dar a impressão de serem possibilidades reais. Mas nem sempre é esse o caso.
Mortes que a ciência desmente
Existem diversas mortes em filmes que são cientificamente improváveis, e outras que são completamente impossíveis. Nesta galeria, apresentamos uma lista de formas populares de morrer que são, em sua maioria, ficção. Clique para saber mais.
Afogamento em areia movediça
Um dos cenários mais clássicos é o afogamento em areia movediça. Na realidade, a areia movediça é mais densa que o corpo humano, tornando impossível afundar completamente. A pessoa ficaria presa até a cintura, mas não seria engolida.
Morte por descompressão no espaço
Em filmes, a exposição ao vácuo do espaço causa explosão ou congelamento instantâneo. Na verdade, uma pessoa pode sobreviver por cerca de 15 segundos consciente, e o corpo não explode devido à pressão interna.
Queda de grande altura na água
Cair de uma ponte ou penhasco na água parece letal, mas a tensão superficial da água pode ser fatal apenas a partir de alturas extremas. Muitas quedas de até 50 metros podem ser sobrevividas com técnica adequada.
Outros mitos fatais
- Estrangulamento com fio dental: Difícil de aplicar força suficiente para cortar a carne.
- Morte por eletrocussão em água: Depende da voltagem e do caminho da corrente; nem sempre é instantânea.
- Envenenamento por cianeto de ação rápida: Na vida real, leva minutos, não segundos.
A ciência mostra que a realidade é menos dramática, mas igualmente fascinante. Fique atento aos exageros de Hollywood!



