Paraibuna apresenta IPS de 63,71 e se destaca no Vale do Paraíba
A cidade de Paraibuna, localizada no interior do estado de São Paulo, registrou um Índice de Progresso Social (IPS) de 63,71 em 2026, de acordo com um levantamento que analisa a qualidade de vida da população com base em indicadores sociais e ambientais. O estudo, que utiliza dados públicos atualizados até dezembro de 2025, considera critérios como acesso à saúde, educação, segurança, moradia e oportunidades.
Posição nos rankings regional, estadual e nacional
Na região do Vale do Paraíba e região bragantina, Paraibuna ocupa a 23ª colocação no ranking de melhor qualidade de vida entre os 46 municípios avaliados. Em relação ao estado de São Paulo, o município está na 523ª posição entre 645 cidades. Já no ranking nacional, a cidade figura na 1358ª colocação entre 5.570 municípios brasileiros.
Eixos de avaliação do IPS
A classificação do IPS é baseada em três eixos principais: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades. As notas variam de 0 a 100, e quanto maior a média, melhores são as condições de vida. Paraibuna obteve as seguintes notas:
- Necessidades Humanas Básicas: 75,27
- Fundamentos do Bem-estar: 69,44
- Oportunidades: 46,41
O que é o Índice de Progresso Social?
O Índice de Progresso Social (IPS) é uma metodologia inovadora que avalia a qualidade de vida da população no Brasil de forma multidimensional. Diferente de métricas tradicionais, o IPS não mede a quantidade de infraestrutura ou recursos investidos em um município, mas sim se esses investimentos estão gerando resultados concretos para as pessoas. O indicador é composto por dados socioambientais e de resultado, utilizando informações públicas e recentes de fontes oficiais como DataSus, IBGE e Inep.
Detalhamento dos eixos
O IPS avalia os municípios por três eixos:
- Necessidades Humanas Básicas: inclui nutrição, saúde, moradia e segurança.
- Fundamentos do Bem-Estar: abrange acesso ao conhecimento, comunicação e saúde ambiental.
- Oportunidades: foca em direitos individuais, inclusão social e educação superior.
Essa abordagem permite comparar municípios, estados e regiões, indo além dos paradigmas econômicos tradicionais e oferecendo um diagnóstico mais completo da qualidade de vida.



