
E não é que o panorama carcerário no sul da Bahia acaba de sofrer uma reviravolta? Pois é. Nesta quarta-feira (28), o Diário Oficial do Estado carimbou a exoneração de ninguém menos que o diretor do Conjunto Penal de Eunápolis. A medida, francamente, não chega a ser uma surpresa para quem acompanha o burburinho nos corredores do poder.
O que está por trás disso? Bom, a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP) está com a faca e o queijo na mão, conduzindo uma apuração minuciosa sobre supostas — e vamos chamar assim — "improvisações" na gestão da unidade. A coisa é séria.
Não se fala em outra coisa na cidade. A exoneração veio como um raio, mas o clima de tensão já vinha de longe. A SEAP, mantendo aquele jeitão profissional de sempre, emitiu uma nota enxuta confirmando a abertura de processo administrativo. Eles não soltaram muitos detalhes, mas deram a entender que a coisa é feia.
E agora, o que vai acontecer?
Enquanto o processo corre em segredo de justiça — como manda o figurino —, um servidor de carreira assume o posto interinamente. A expectativa é que a investigação apure, de uma vez por todas, as denúncias que circulam há semanas. Será que vão achar mesmo desvio de conduta?
O caso escancara, mais uma vez, os desafios enormes que assombram o sistema prisional baiano. Gestão transparente não é brincadeira — ainda mais quando se mexe com vidas humanas e dinheiro público.
O que você acha? Essas mudanças são só para inglês ver, ou será que vão botar a casa em ordem? O tempo — e as investigações — vão dizer.