LATAM Domina os Céus do Brasil: Companhia Bate Recorde Absoluto em Voos Internacionais e Inicia Semestre com Crescimento Explosivo
LATAM bate recorde com 38,5% dos voos internacionais no Brasil

Parece que a LATAM realmente decolou de vez – e com força total. Enquanto muita gente ainda se vira nos trinta com a economia, o setor aéreo brasileiro, capitaneado pela companhia, simplesmente disparou. Os números divulgados pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) não deixam margem para dúvidas: a LATAM não está só na frente, ela está ditando o ritmo.

O primeiro semestre de 2025 fechou com um dado que faz qualquer executivo sorrir: 38,5% de todos os passageiros internacionais que passaram pelo Brasil escolheram a LATAM. Isso significa que, de cada dez pessoas cruzando nossas fronteiras pelos ares, quase quatro estavam a bordo de um de seus aviões. Um domínio quase absoluto, um recorde histórico que merece ser destacado.

Os Números que Impressionam

Vamos aos detalhes, porque é aí que a coisa fica interessante. A ANAC apurou que a LATAM embarcou, só no semestre, cerca de 3,67 milhões de passageiros em suas rotas que conectam o Brasil ao mundo. Um crescimento nada modesto de 6,5% se a gente comparar com o mesmo período do ano passado. A Gol, que vem em segundo lugar, ficou com uma fatia de 26,4% – uma diferença considerável, pra não dizer gritante.

E olha, não foi um crescimento só dela. O mercado como um todo expandiu. O total de passageiros internacionais chegou a 9,5 milhões, uma alta de 5,5%. Ou seja, o bolo cresceu, mas a LATAM conseguiu pegar uma fatia ainda maior. Alguém aí está fazendo a lição de casa direito.

E o que Isso Significa na Prática?

Além de números bonitos em relatórios, essa liderança traduz uma retomada com força total. Aquele fantasma da pandemia, que praticamente paralisou a aviação mundial, parece ter sido finalmente exorcizado. As rotas estão lotadas, as malhas se expandindo e a confiança do passageiro, aparentemente, voltou.

É inegável que a companhia soube navegar bem na turbulência pós-covid. Estratégia agressiva, talvez? Rotas bem posicionadas? Quem sabe um programa de fidelidade que prende o cliente? Provavelmente um mix de tudo isso. Enquanto isso, o segundo semestre já começou com vento totalmente a favor, indicando que essa trajetória de crescimento veio para ficar.

O céu, definitivamente, não é mais o limite. É apenas o começo.