Sabesp pagará R$ 2 mil a famílias após rompimento de reservatório em Mairiporã
Sabesp pagará R$ 2 mil a famílias após rompimento em Mairiporã

Reservatório da Sabesp rompe em Mairiporã e empresa anuncia pagamento emergencial

Um reservatório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) rompeu na cidade de Mairiporã, região metropolitana de São Paulo, nesta quarta-feira (11), causando uma morte e deixando sete pessoas feridas. Como medida inicial e emergencial, a empresa anunciou o pagamento de R$ 2 mil para famílias que tiveram imóveis atingidos pelo desastre.

Impactos imediatos e resposta das autoridades

De acordo com a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros, o colapso da estrutura prejudicou pelo menos três residências e dez veículos na área. A Sabesp enviou representantes para uma reunião com os moradores do bairro Capoavinha nesta quinta-feira (12), onde uma equipe da empresa presta atendimento em uma van instalada no local.

As equipes estão realizando o cadastro dos atingidos e estão disponíveis para esclarecer dúvidas pontuais dos residentes. Durante a madrugada, cerca de 60 técnicos participaram do trabalho intensivo de limpeza das ruas e casas afetadas pelo rompimento.

Recursos para urgências e situação do abastecimento

Os recursos de R$ 2 mil anunciados pela Sabesp têm como objetivo ressarcir necessidades urgentes e pontuais das famílias, como a compra de remédios e alimentação. A empresa destacou que se trata de uma ação emergencial para mitigar os impactos imediatos do acidente.

Segundo a Sabesp, os imóveis no bairro Capoavinha, em Mairiporã, estão com o abastecimento de água normalizado após o incidente. Equipes da Defesa Civil e de outras áreas da prefeitura também estão realizando atendimento na região para auxiliar os moradores afetados.

Contexto adicional e declarações

Em meio aos desdobramentos do acidente, o padre Júlio, em entrevista ao programa de Datena, criticou a gestão urbana, afirmando: "Quem governa SP é o mercado imobiliário". A declaração surge em um contexto onde a prefeitura de São Paulo manifestou intenção de fechar o Núcleo de Convivência São Martinho de Lima, fundado pelo religioso.

O padre relatou à Agência Brasil que "a prefeitura diz que está fazendo uma reestruturação e que fecharia o centro", destacando tensões entre políticas públicas e iniciativas comunitárias na região metropolitana.