
Aquele tipo de notícia que ninguém espera receber numa quarta-feira aparentemente comum. Por volta das 10h da manhã, o silêncio da Rua São Francisco Xavier, no coração do Méier, foi quebrado por sirenes e um burburinho de vozes preocupadas. A cena era daquelas que ficam na memória: uma residência, até então como qualquer outra, transformada em local de um mistério trágico.
Segundo testemunhas – aquelas pessoas que veem tudo da janela –, a polícia foi acionada para fazer uma verificação de rotina. Mas rotina foi tudo o que não encontraram. Lá dentro, um homem, cuja identidade ainda é um ponto de interrogação, foi encontrado sem vida. A causa da morte? Bom, aí é que está o grande ponto de interrogação que tira o sono de qualquer um. Os peritos do Instituto Médico-Legal (IML) estiveram no local, recolhendo cada pista minúscula, cada detalhe que pudesse contar uma história que ninguém ouviu.
O Departamento Geral de Homicídios da Capital (DGHC) assumiu a cena, e é deles agora a tarefa hercúlea de juntar as peças desse quebra-cabeça. Eles não soltaram muitos detalhes – e quem pode culpá-los? –, mas confirmaram o óbito no local. A vizinhança, é claro, ficou naquele estado de choque mudo, misturado com uma curiosidade angustiante. O que terá acontecido entre aquelas paredes?
Neste momento, a investigação segue a pleno vapor. Os investigadores estão no modo detetive, conversando com familiares, amigos, vasculhando o histórico do indivíduo. Tudo para descobrir se foi um acidente terrível, uma fatalidade da saúde, ou algo mais sinistro. Uma coisa é certa: o bairro, usually tão tranquilo, hoje carrega o peso de uma pergunta sem resposta.