Uma tragédia marcou o domingo (24) em Balsas, no sul do Maranhão. Davi Lucas da Silva Nunes, de apenas 5 anos, morreu após se afogar no Rio Maravilha. O acidente ocorreu por volta das 14h, enquanto o menino brincava com outras crianças nas proximidades do rio.
Dinâmica do acidente
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, a criança estava perto do rio quando foi arrastada pela correnteza. Moradores e banhistas que estavam no local tentaram encontrá-la nas áreas mais rasas, mas não obtiveram sucesso. Os bombeiros foram acionados e iniciaram as buscas imediatamente.
Cerca de 50 minutos depois, Davi foi localizado já submerso em um ponto mais profundo do rio, preso a raízes de árvores. O tenente Jesus Silva, que participou da ocorrência, relatou que o caso aconteceu na ponte de cimento sobre o Rio Maravilha, onde havia entre 20 e 30 banhistas no momento.
Desespero dos pais
Quando a equipe de resgate chegou, a criança já estava submersa. Os pais, em estado de desespero, não conseguiram explicar exatamente o que havia ocorrido. Diante disso, os bombeiros precisaram reunir informações com testemunhas para identificar o último local onde o menino foi visto.
“Imediatamente nós adentramos ao corpo d’água e iniciamos as buscas submersas. O nosso sargento, juntamente com um dos populares, conseguiu encontrar a vítima num ponto mais profundo, presa sobre raízes de árvores”, detalhou o tenente.
Resgate e óbito
Após ser retirado da água, Davi recebeu tentativas de reanimação. A equipe do Corpo de Bombeiros acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que encaminhou a criança ao Hospital Balsas Urgente (HBU). No entanto, o óbito foi confirmado na unidade hospitalar. O tenente informou que a criança não apresentava sinais vitais e que foram realizadas manobras de ressuscitação antes do encaminhamento.
Responsáveis não estavam próximos
De acordo com o Corpo de Bombeiros, no momento do acidente, os responsáveis não estavam próximos da criança. Testemunhas relataram que as crianças brincavam no local enquanto os pais estavam afastados. A família não divulgou informações sobre velório e sepultamento.
O caso serve de alerta para a importância da supervisão constante de crianças em ambientes aquáticos, especialmente em rios com correnteza.



