Os usuários do serviço de balsa que conecta Ilhabela a São Sebastião enfrentaram uma situação crítica na manhã deste sábado, 3 de fevereiro. O tempo de espera para realizar a travessia marítima atingiu até 3 horas e 30 minutos, um atraso significativo em relação ao padrão operacional.
Tempos de Espera em Ambos os Sentidos
Por volta das 11h30, o maior congestionamento foi registrado no sentido de saída de Ilhabela em direção ao continente. Neste trajeto, motoristas e passageiros precisaram aguardar 3 horas e meia para conseguir embarcar. No caminho inverso, partindo de São Sebastião com destino à Ilha, a situação também foi complicada, com uma fila que representava 1 hora e 30 minutos de espera.
Estes números contrastam drasticamente com o tempo de operação normal divulgado pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil). De acordo com a pasta estadual, o tempo de espera padrão para a travessia deve ser de até 30 minutos.
Busca por Explicações e Monitoramento
Diante do cenário de lentidão extrema, o g1 entrou em contato com a Semil para questionar sobre as causas do problema. Até o momento, a secretaria ainda não se pronunciou oficialmente sobre os motivos que levaram à formação das longas filas.
Enquanto aguarda um retorno das autoridades, a população pode acompanhar em tempo real as condições da travessia. A Semil disponibiliza um serviço online onde é possível verificar a situação atual das balsas, incluindo tempos de espera estimados.
Impacto no Fim de Semana
O ocorrido neste sábado afeta diretamente o fluxo de turistas e moradores no Litoral Norte paulista, uma região que costuma receber um grande número de visitantes durante os fins de semana e no período de verão. A travessia de balsa é um elo logístico vital para o acesso à Ilhabela, sendo a principal via de transporte para veículos.
A falta de uma explicação imediata para o congestionamento gera incerteza entre os usuários, que dependem do serviço para seus deslocamentos. A situação excepcional de hoje levanta questionamentos sobre a capacidade operacional e a gestão do tráfego marítimo no pico da temporada.