O piloto de helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Marques Monteiro, de 45 anos, faleceu no último domingo, 17, pouco mais de um ano após ser baleado na cabeça durante uma operação na Vila Aliança, em Bangu, na zona oeste do Rio. O ataque ocorreu em março de 2025, quando a aeronave do Serviço Aeropolicial da Core foi alvejada por criminosos com fuzis.
Longa batalha pela vida
Desde o incidente, Felipe enfrentou uma longa batalha: ficou mais de sete meses em coma, passou por diversas neurocirurgias e teve complicações recentes devido a uma infecção após cirurgia de prótese craniana. Ele teve alta do hospital em dezembro, mas seu quadro se agravou novamente nas últimas semanas.
Homenagem emocionante da viúva
Nesta segunda-feira, 18, a viúva Keidna Marques prestou uma emocionante homenagem ao marido nas redes sociais. Em um vídeo que reúne momentos do piloto em ação antes do atentado e cenas de quando recebeu alta, ela escreveu: “Eu vi de perto cada batalha. Do homem que voava para salvar vidas… ao guerreiro que lutava, dia após dia, pela própria (…) Felipe não foi apenas um policial. Foi um homem que honrou sua missão até o fim. Um guerreiro. Do início ao fim”.
Nota oficial e investigação
Em nota oficial, o governo do estado do Rio lamentou a morte do piloto. Um suspeito pelo ataque foi preso em maio, mas outros envolvidos seguem foragidos. A Polícia Civil continua as investigações para localizar os demais criminosos.



