
Imagine só: uma manhã de quarta-feira aparentemente tranquila em São José dos Campos transformada em cenário de caos no trânsito num piscar de olhos. Por volta das 8h30, no cruzamento da avenida Olivo Gomes com a rua Arlindo Costa, no bairro Santana, o impensável aconteceu.
Uma viatura da Guarda Civil Municipal — sim, aquelas que deveriam zelar pela nossa segurança — se envolveu numa colisão frontal com um veículo particular de cor prata. O impacto foi tão violento que a viatura simplesmente... capotou. Virou de ponta-cabeça como se fosse de brinquedo, sabe?
E o que é mais surreal: testemunhas afirmam que a viatura não estava em missão de emergência. Nada de sirenes ligadas ou luzes piscando. Ainda assim, o que deveria ser uma operação rotineira terminou numa cena digna de filme de ação.
E as vítimas?
Milagrosamente — e graças a Deus por isso — ninguém se feriu gravemente. Os dois guardas municipais que estavam na viatura saíram praticamente ilesos, assim como o motorista do carro particular. Um verdadeiro alívio numa situação que poderia ter terminado em tragédia.
O Corpo de Bombeiros compareceu rapidamente ao local, mas felizmente só precisou fazer aquela vistoria padrão. Às vezes a sorte está do nosso lado, não é mesmo?
O trânsito? Esquece.
Como era de se esperar, o acidente transformou a região num verdadeiro estacionamento. Quem precisava passar pela área precisou respirar fundo e ter paciência — muita paciência. A Guarda Municipal precisou interditar parcialmente a via enquanto resolviam a situação.
E agora vem a pergunta que não quer calar: como diabos um acidente desses acontece? As investigações estão só começando, mas já sabemos que ambos os condutores prestaram depoimento na delegacia. Aguardemos os desdobramentos.
Enquanto isso, o conselho que fica: redobrem a atenção ao volante, pessoal. Porque como mostra esse caso, até os profissionais que deveriam nos proteger podem se envolver em situações inesperadas. No trânsito, o imprevisível é a única certeza.