Van com pacientes de hemodiálise pega fogo na BR-010 em Imperatriz; todos escapam ilesos
Uma van que transportava pacientes para sessões de hemodiálise pegou fogo na manhã desta quarta-feira (8), na BR-010, no setor Entroncamento, em Imperatriz, a 629 quilômetros de São Luís. O veículo realizava o transporte pelo programa Tratamento Fora do Domicílio (TFD), partindo de Estreito (MA). Felizmente, ninguém ficou ferido no incidente.
Fuga rápida evita tragédia maior
O veículo transportava 11 pessoas no momento do incêndio: nove pacientes com mobilidade reduzida, uma enfermeira e o motorista. Todos conseguiram sair do veículo antes que as chamas se espalhassem completamente, em uma ação rápida que preveniu uma tragédia de maiores proporções. O Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA) foi acionado imediatamente e chegou ao local em tempo hábil, mas, apesar dos esforços de combate ao fogo, a van ficou completamente destruída.
Problemas de manutenção já eram conhecidos
Segundo relatos dos passageiros aos bombeiros, o veículo já apresentava problemas de manutenção anteriores. Algumas viagens teriam sido canceladas anteriormente pelo mesmo motivo, indicando uma falha recorrente. Os pacientes afirmaram que a situação já havia sido comunicada à Secretaria Municipal de Saúde de Estreito, sugerindo possíveis negligências no cuidado com a frota destinada a transportes médicos essenciais.
Investigações em andamento
As causas exatas do incêndio ainda serão investigadas pelas autoridades competentes. O incidente levanta preocupações sobre a segurança e a manutenção dos veículos utilizados no transporte de pacientes com condições de saúde críticas, especialmente em programas públicos como o TFD. A destruição total da van evidencia a gravidade do ocorrido, que poderia ter tido consequências fatais se não fosse pela rápida evacuação.
Este caso destaca a importância de protocolos rigorosos de inspeção e manutenção para frotas que atendem a populações vulneráveis, garantindo que problemas técnicos não coloquem vidas em risco. A comunidade local e os familiares dos pacientes aguardam respostas das investigações para que medidas preventivas possam ser implementadas.



