A segunda fase da Operação Diamante de Sangue, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia na manhã desta quarta-feira (20), resultou na prisão de três pessoas e no bloqueio de R$ 17 milhões em ativos de um grupo criminoso especializado em furtos interestaduais a joalherias. As prisões ocorreram nos estados de Sergipe, Goiás e São Paulo.
Estrutura organizada e lavagem de dinheiro
De acordo com as investigações, o grupo mantinha uma estrutura organizada, com divisão de tarefas e utilização de empresas e terceiros para movimentar e dissimular recursos obtidos por meio das atividades ilícitas. Essa estratégia dificultava o rastreamento patrimonial e financeiro dos suspeitos.
Primeira fase da operação
Na primeira fase da Operação Diamante de Sangue, realizada em 1º de abril, dez pessoas foram presas em Salvador, Aracaju, São Paulo, Goiânia, Fortaleza e Rio de Janeiro. Na ocasião, foram apreendidos valores em espécie, celulares, documentos e veículos de luxo, como uma Toyota SW4 e uma Volkswagen Amarok. Segundo a polícia, esses bens estavam relacionados à ocultação e movimentação de dinheiro ilícito.
Bloqueio de contas bancárias
Ainda conforme a Polícia Civil, cerca de 55 contas bancárias ligadas aos investigados foram identificadas, resultando no bloqueio de mais de R$ 13 milhões. As ações visam desarticular financeiramente o grupo criminoso.



