Após 12 anos foragido, acusado de incendiar casa e matar três pessoas vai a júri em MS
Foragido por 12 anos, acusado de incêndio letal vai a júri

Doze anos após o crime que chocou os moradores de Campo Grande, começa nesta quarta-feira (20) o julgamento de Adriano Ribeiro Espinosa, acusado de incendiar uma casa no Jardim Colúmbia e matar três pessoas. O réu, que ficou foragido por mais de uma década, foi preso apenas no ano passado.

O crime

Adriano responde por provocar o incêndio criminoso que matou Luciana Ferreira Torres, Daniel Candia e Hélio Queiroz. Edna Rodrigues de Souza sobreviveu ao ataque. Segundo a denúncia do Ministério Público Estadual, o acusado teria colocado fogo na casa onde as vítimas estavam reunidas em uma confraternização. A investigação aponta que o crime teria sido motivado por ciúmes.

Investigação e participação de menor

Na época, a Polícia Civil divulgou imagens de câmeras de segurança e informações que indicavam que o incêndio foi planejado. Um adolescente também teria participado da ação, ajudando na compra e na distribuição de gasolina dentro da residência. De acordo com a polícia, o fogo se espalhou rapidamente e as vítimas não conseguiram sair a tempo. Duas delas morreram dias depois, na Santa Casa de Campo Grande, por causa da gravidade das queimaduras.

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Prisão e julgamento

Adriano Ribeiro Espinosa ficou foragido por mais de dez anos e foi preso apenas em 2025, na cidade de Maracaju. Agora, mais de uma década após o crime, ele será julgado pelo Tribunal do Júri. A acusação será feita pelo Ministério Público Estadual, enquanto a defesa ficará sob responsabilidade da Defensoria Pública Estadual. A expectativa é de que o julgamento dure ao longo do dia, com depoimentos de testemunhas, da sobrevivente e apresentação das provas reunidas durante a investigação.

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