
O que era pra ser mais uma viagem rotineira pela BR-470 se transformou num cenário de puro caos nesta quarta-feira (28). O que restou do ônibus? Quase nada – uma carcaça retorcida de metal, um amontoado de vidros estilhaçados e aquele silêncio pesado que só vem depois do susto. Um caminhão e o coletivo se encontraram de forma brutal, e o resultado foi, pra ser bem franco, assustador.
Segundo as primeiras informações que circularam – e nessas horas os boletins são sempre um corre-corre –, a batida foi de frente. O impacto foi tão violento que o ônibus simplesmente perdeu a forma. As equipes de resgate chegaram rapidamente, mas imagina o desespero de quem passava pelo local? Seis pessoas, entre motorista e passageiros, tiveram que ser levadas às pressas para o hospital. A sorte é que, até onde se sabe, ninguém corre risco de morte.
O trânsito, claro, ficou um inferno. A BR-470, que já é conhecida pelos seus trechos complicados e por ser palco de outros acidentes, virou um estacionamento. A Polícia Rodoviária fechou uma faixa e liberou a outra, mas o congestionamento se formou por quilômetros. Quem estava no local relatou que era difícil até de respirar – a tensão tomava conta de tudo.
E agora, o que ficou? Além dos veículos destruídos, ficou aquele questionamento que sempre vem depois de uma coisa dessas: como foi que isso aconteceu? As investigações vão apurar as causas, mas a impressão que dá é que a estrada cobrou mais um preço alto. Uma daquelas histórias que a gente lê e torce para nunca vivermos na pele.
Enquanto os feridos se recuperam – e torcemos para que seja rápido –, a lição que fica é a de sempre: atenção redobrada nas estradas. Porque no asfalto, às vezes, um segundo é tudo.