Uma nova análise global sobre hábitos íntimos colocou o Brasil entre as nações mais sexualmente ativas do planeta. O estudo, publicado pelo site Insider Monkey, posiciona o país na sétima colocação de um ranking que mede a frequência anual de relações sexuais.
Espanha lidera o ranking mundial
O topo da lista ficou com a Espanha, onde impressionantes 72% dos entrevistados relataram manter relações sexuais semanalmente. A pesquisa, que destaca como fatores culturais e estilos de vida influenciam a intimidade, foi divulgada em 5 de janeiro de 2026.
A sequência do ranking dos dez países mais ativos sexualmente ficou assim estabelecida: em primeiro lugar a Espanha, seguida por Itália, Suíça, Polônia, Grécia, México, Brasil, China, Alemanha e Rússia.
O que o ranking revela sobre comportamento?
A presença do Brasil no top 10 reforça percepções anteriores sobre a vitalidade e expressividade da cultura nacional em diversos aspectos da vida, incluindo a sexualidade. O estudo do Insider Monkey vai além dos números, sugerindo uma correlação entre o ambiente social, o clima e a abertura para discussões sobre prazer e bem-estar com a atividade sexual reportada pela população.
Enquanto países mediterrâneos como Espanha, Itália e Grécia dominam as primeiras posições, a presença de nações de diferentes continentes, como México e Brasil, indica que a alta frequência sexual é um fenômeno disperso, mas com possíveis raízes em culturas mais calorosas e com forte interação social.
Contexto e importância dos dados
Pesquisas como essa são importantes para entender tendências globais de saúde e comportamento. A frequência sexual está muitas vezes ligada a indicadores de saúde mental, satisfação conjugal e bem-estar geral. A manutenção do Brasil em uma posição de destaque neste tipo de levantamento internacional abre espaço para discussões mais aprofundadas sobre educação sexual, saúde pública e qualidade de vida dos brasileiros.
Os dados servem como um retrato de um aspecto específico do comportamento humano, sempre considerando as diferenças culturais e a subjetividade inerente a relatos deste tipo. A pesquisa reforça a imagem do brasileiro como um povo ativo e disposto a viver sua intimidade com naturalidade.