Bolsonaro apresenta melhora clínica, mas permanece internado na UTI com pneumonia bacteriana
O ex-presidente Jair Bolsonaro, em tratamento para pneumonia bacteriana bilateral decorrente de um episódio de broncoaspiração, apresentou uma melhora significativa e uma boa evolução clínica, conforme informou o boletim médico divulgado nesta terça-feira, 18 de março de 2026. No entanto, ele continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, localizado em Brasília, sem previsão de alta imediata.
Detalhes do boletim médico e evolução do tratamento
De acordo com a equipe médica responsável pelo caso, houve uma melhora parcial nos aspectos tomográficos e nos marcadores inflamatórios observados nos exames realizados. Isso indica uma resposta positiva ao tratamento instituído, que inclui antibioticoterapia específica para combater a infecção bacteriana.
O paciente segue recebendo suporte clínico intensivo, além de sessões regulares de fisioterapia respiratória e motora, essenciais para sua recuperação completa. A permanência na UTI é necessária para garantir monitoramento contínuo e intervenções rápidas, caso sejam requeridas.
Contexto da internação e perspectivas futuras
Bolsonaro está internado desde o dia 16 de janeiro de 2026, após ser diagnosticado com pneumonia bacteriana bilateral, uma condição grave que exige cuidados especializados. A broncoaspiração, que desencadeou o problema, ocorreu em um episódio anterior, levando a complicações respiratórias que demandaram hospitalização.
A equipe médica enfatizou que, apesar dos avanços, não há uma data definida para a alta da UTI, pois o tratamento ainda está em andamento e requer ajustes conforme a evolução do paciente. A prioridade é assegurar uma recuperação estável e evitar recaídas, garantindo que Bolsonaro possa retornar às suas atividades com saúde plena.
Este caso tem chamado a atenção pública, destacando a importância do acompanhamento médico rigoroso em situações de saúde complexas, especialmente para figuras públicas. A melhora clínica é um sinal positivo, mas a continuidade do tratamento intensivo reforça a seriedade da condição.
