Lula terá três novas indicações para o STJ em 2026 após escândalo e aposentadorias
Lula indica três novos ministros para o STJ em 2026

Lula terá três novas indicações para o STJ em 2026 após escândalo e aposentadorias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve indicar mais três novos ministros para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ainda neste ano de 2026. Essa movimentação ocorre em um contexto marcado por um escândalo de assédio sexual revelado recentemente e por aposentadorias programadas de ministros da Corte.

Vagas abertas por escândalo e aposentadorias

Com a revelação do escândalo de assédio sexual no STJ, que envolve o ministro Marco Buzzi, alvo de investigação, abre-se uma vaga imediata. Além disso, os ministros Og Fernandes e Antonio Saldanha devem se aposentar nos próximos meses, totalizando três posições a serem preenchidas por indicação presidencial.

O processo de escolha segue o rito tradicional, que inclui a eleição por meio de uma lista tríplice elaborada pela Corte, seguida da seleção final dos nomes pelo presidente da República. Essa etapa é crucial para definir a composição do STJ, que desempenha um papel fundamental na justiça brasileira.

Candidatos buscam apoio na Corte

Muitos potenciais candidatos às vagas já estão ativamente percorrendo os gabinetes dos ministros do STJ em busca de apoio. O objetivo é garantir uma posição na lista que será apresentada a Lula, aumentando suas chances de serem escolhidos para as cadeiras no tribunal.

Essa corrida por apoio destaca a importância das relações internas e da política dentro do judiciário, influenciando diretamente as futuras decisões da Corte. A Corte Especial do STJ, formada pelos ministros mais antigos, já discutiu reservadamente a reação ao esquema de venda de decisões judiciais, mostrando a sensibilidade do momento.

As indicações de Lula para o STJ neste ano serão observadas de perto, dada a relevância do tribunal e os recentes eventos que abalaram sua imagem. A escolha dos novos ministros pode impactar a direção das decisões judiciais e a confiança pública na instituição.