EUA e China alcançam estabilidade estratégica, afirma secretário de Estado Marco Rubio
EUA e China alcançam estabilidade estratégica, diz Marco Rubio

EUA e China alcançam estabilidade estratégica, afirma secretário de Estado Marco Rubio

O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou na quarta-feira (25) que Washington e Pequim alcançaram uma estabilidade estratégica em sua longa e conturbada relação. A declaração foi feita antes da visita do presidente Donald Trump à China, marcada para o final de março.

Declarações em São Cristóvão e Névis

Durante uma visita a São Cristóvão e Névis, Rubio disse a jornalistas: Acredito que chegamos pelo menos a um ponto de certa estabilidade estratégica na relação. Ele, conhecido por sua postura de linha dura em relação à China, destacou que ambos os países reconhecem os riscos de um conflito comercial amplo.

Acho que os dois países concluíram que uma guerra comercial global total entre Estados Unidos e China seria profundamente prejudicial para as partes e para o mundo, acrescentou o secretário de Estado, enfatizando a necessidade de evitar medidas extremas.

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Contexto das relações bilaterais

Rubio e Trump frequentemente citam a China como um adversário que exige contra-ataques globais, mas a recente avaliação sugere uma mudança tática. O secretário de Estado prometeu continuar pressionando Pequim para negociar um acordo nuclear trilateral com os Estados Unidos e a Rússia, visando maior segurança internacional.

A visita de Trump à China está agendada para ocorrer de 31 de março a 2 de abril, representando sua primeira viagem ao país asiático durante seu segundo mandato. Rubio expressou expectativa de acompanhar o presidente, atuando também como conselheiro de Segurança Nacional.

Envolvimento regional e reuniões

Na mesma quarta-feira, Rubio participou de uma reunião de cúpula de chefes de Governo da Comunidade do Caribe (CARICOM) em São Cristóvão e Névis. O foco do encontro foi discutir a situação política em Cuba e na Venezuela, demonstrando o engajamento dos EUA em questões regionais além das relações com a China.

Esses desenvolvimentos indicam um esforço contínuo para equilibrar a competição estratégica com a cooperação necessária, visando estabilidade global e evitando conflitos que possam afetar economias mundiais.

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