Cerca de 20 países aceitam participar do Conselho da Paz proposto por Donald Trump
20 países aceitam Conselho da Paz de Trump; potências ficam de fora

Cerca de 20 países confirmam participação no Conselho da Paz proposto por Donald Trump

Na manhã desta quinta-feira (22), representantes de aproximadamente 20 países confirmaram oficialmente sua adesão ao Conselho da Paz, uma nova organização internacional cuja criação foi proposta pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A cerimônia de anúncio reuniu diplomatas dos países que já aceitaram o convite, marcando um passo inicial na formação deste conselho.

Lista completa dos países participantes

Os países que já confirmaram sua participação no Conselho da Paz incluem nações de diversas regiões do mundo, demonstrando um alcance global, embora limitado. A lista é composta por:

  • Armênia
  • Arábia Saudita
  • Argentina
  • Azerbaijão
  • Belarus
  • Bulgária
  • Catar
  • Cazaquistão
  • Egito
  • Emirados Árabes Unidos
  • Hungria
  • Indonésia
  • Israel
  • Jordânia
  • Kosovo
  • Marrocos
  • Mongólia
  • Paquistão
  • Paraguai
  • Turquia
  • Uzbequistão
  • Vietnã

Esta diversidade geográfica sugere um esforço para envolver países de diferentes continentes, embora a ausência de grandes potências seja um ponto de destaque.

Grandes potências permanecem fora do Conselho da Paz

Até o momento, o Conselho da Paz não conseguiu a adesão de nenhuma das principais potências mundiais, o que pode limitar seu impacto e legitimidade no cenário internacional. Países como França, Noruega, Eslovênia e Suécia já declararam publicamente que não vão aderir à nova organização.

Além disso, outros países que receberam o convite para participar do conselho ainda não responderam oficialmente, deixando em aberto a possibilidade de futuras adesões. Entre esses estão:

  • Brasil
  • Reino Unido
  • China
  • Croácia
  • Alemanha
  • Itália
  • Rússia
  • Singapura
  • Ucrânia

A falta de resposta dessas nações, especialmente as grandes potências, indica um cenário de cautela e possíveis divergências políticas em relação à proposta de Trump.

Contexto e implicações da criação do Conselho da Paz

A proposta de criação do Conselho da Paz por Donald Trump surge em um momento de tensões geopolíticas globais, com conflitos em várias regiões do mundo. A iniciativa visa estabelecer um novo fórum para discussão de paz e segurança internacional, mas a composição atual sugere desafios significativos.

Especialistas em relações internacionais apontam que a ausência de potências como Estados Unidos, China e Rússia pode enfraquecer a eficácia do conselho. No entanto, a participação de países como Arábia Saudita, Israel e Turquia indica um interesse em envolver atores regionais importantes.

O futuro do Conselho da Paz dependerá de sua capacidade de atrair mais adesões e estabelecer uma agenda concreta, além de superar as críticas de que se trata de uma iniciativa com motivações políticas específicas.