Banqueiro Daniel Vorcaro apresenta versão sobre negócio do Master com o BRB
O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, tem compartilhado com pessoas próximas sua perspectiva sobre as acusações envolvendo o negócio com o Banco Regional de Brasília (BRB). Segundo ele, há uma aparente contradição nas alegações que merece atenção.
Contradição apontada por Vorcaro
Em conversas recentes, Vorcaro explicou que a venda do Master ao BRB fazia parte de uma estratégia de integração entre as operações, sem qualquer envolvimento em fraudes. Ele destaca que vender carteiras inexistentes ao BRB e, simultaneamente, buscar se tornar um acionista relevante do próprio banco seria uma ação contraditória.
Seguindo esse raciocínio, o dono do Master deve insistir na versão de que fraudar os papéis do BRB equivaleria, na prática, a "furar a canoa" em que ele próprio pretendia embarcar. Essa lógica sugere que os interesses estavam alinhados para preservar valor e viabilizar negócios.
Estratégia de integração e lastro
Um interlocutor de Vorcaro reforça essa posição, afirmando que "a lógica no BRB era oposta: alinhar interesses, dar lastro a uma solução de mercado e viabilizar negócios capazes de preservar valor". Essa declaração enfatiza a intenção de criar uma parceria sólida, em vez de engajar em práticas fraudulentas.
O banqueiro continua a defender sua postura, argumentando que as acusações ignoram essa dimensão estratégica do acordo. A situação permanece sob análise, com Vorcaro mantendo sua narrativa de integração e cooperação entre as instituições financeiras.