Caiado adia definição de vice para 2026 e nega conversa com Ciro Gomes
Caiado adia vice para 2026 e nega conversa com Ciro

O governador de Goiás e pré-candidato à presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, anunciou que a definição do vice para sua chapa nas eleições de 2026 será postergada até a convenção partidária, marcada para julho. A declaração foi feita durante compromisso em Piracicaba, interior de São Paulo. Segundo Caiado, a prioridade no momento é expandir o plano de governo e fortalecer a presença em estados estratégicos, especialmente nos municípios do interior de São Paulo e Minas Gerais.

Declarações sobre o vice

“Essa decisão será um pouco adiada, pois a convenção ocorrerá em meados de julho. Agora, o foco é ampliar nossa equipe de governo e intensificar visitas ao interior de São Paulo, Minas Gerais e outros estados”, afirmou o governador. Ele destacou que o assunto está sendo conduzido pelo presidente do partido. “A partir disso, avaliaremos as realidades de cada região para definir quem deve assumir a vice, pois essa escolha precisa atender à maior demanda regional ou agregar à campanha”, completou.

Negação de conversa com Ciro Gomes

Caiado também desmentiu qualquer diálogo com o ex-ministro Ciro Gomes para compor a chapa. “Tenho excelente relação com Ciro, fomos colegas. A notícia que saiu é de uma conversa que tive com ele antes de deixar o União Brasil, sobre apoio ao governo do Ceará. Ele é um nome que aparece bem nas pesquisas, é consistente e preparado. Mas jamais conversamos sobre vice. Isso nunca existiu”, esclareceu.

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Opinião sobre o STF

Questionado sobre ativismo judicial e a rejeição à indicação de Jorge Messias para o STF em 29 de abril de 2026, Caiado evitou confronto direto, mas afirmou que a Corte deve resolver suas crises internas. “Essa situação tem vários desdobramentos. Não foi surpresa, o cenário já estava desenhado. Precisamos governar com responsabilidade. Congresso, Senado e STF precisam ter coragem para enfrentar problemas internos quando há escândalos. O Supremo deve tratar isso internamente. São 11 ministros e precisam agir para evitar crises maiores, que prejudicam a governabilidade”, comentou.

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