Trump impõe novas sanções contra Cuba e intensifica pressão sobre regime comunista
Trump impõe novas sanções contra Cuba e intensifica pressão

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou nesta sexta-feira, 1º de maio de 2026, a imposição de novas sanções contra Cuba, com o objetivo de asfixiar ainda mais o governo comunista da ilha. Em comunicado oficial, Trump afirmou que Cuba “segue representando uma ameaça extraordinária” para a segurança nacional americana. As medidas atingem bancos estrangeiros que mantêm negócios com o regime de Havana, além de setores estratégicos como energia e mineração. Também foram incluídos indivíduos ligados ao aparato de segurança cubano, acusados de corrupção e “graves abusos dos direitos humanos”.

Detalhes das sanções

De acordo com a agência Reuters, que primeiro divulgou a notícia, a ordem executiva autoriza sanções secundárias contra países que fizerem negócios com os cubanos visados. Ainda não foram revelados nomes específicos de pessoas ou entidades atingidas. O texto da ordem contém um aviso implícito ao governo cubano, acusado de se alinhar com o Irã e com grupos armados como o Hezbollah. “Cuba oferece um ambiente permissivo para operações hostis de inteligência estrangeira, militares e terroristas a menos de 160 quilômetros do território americano”, declarou uma autoridade do governo Trump à Reuters.

Contexto de crise em Cuba

A ilha caribenha enfrenta uma das piores crises de sua história, agravada pela escassez de combustível, que já provocou três grandes apagões nacionais e a suspensão de voos de diversas companhias aéreas estrangeiras. Desde o início de 2026, Washington intensificou a pressão: após a deposição do presidente venezuelano Nicolás Maduro em janeiro, os EUA suspenderam as exportações de petróleo venezuelano para Cuba. Em seguida, Trump ameaçou impor tarifas punitivas a qualquer país que enviasse petróleo bruto aos cubanos, levando o México, outro importante fornecedor, a interromper os embarques.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Escalada de pressão e possíveis planos de invasão

Este é o mais recente ataque do governo Trump a Havana, que o presidente declarou repetidamente estar “à beira do colapso”. Após a invasão de Caracas por forças americanas para prender Maduro e a guerra conjunta com Israel contra o Irã, Trump afirmou que “Cuba é o próximo alvo”. A imprensa americana noticiou que a cúpula da Casa Branca intensificou os planos para uma possível invasão militar. Os EUA exigem que Cuba abra sua economia estatal, pague indenizações por propriedades expropriadas após a revolução de Fidel Castro e realize eleições “livres e justas”. O governo cubano, por sua vez, insiste que seu modelo socialista não está aberto a negociações.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar