Marco Rubio vê sinais de avanço em acordo para desmilitarizar o Hamas
Rubio vê avanço em acordo para desmilitarizar Hamas

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que há sinais de avanço nas negociações para desmilitarizar o grupo Hamas. A declaração foi feita durante uma entrevista à Fox News, na qual Rubio destacou progressos recentes apesar das declarações públicas do Hamas.

Declarações de Marco Rubio

“Estamos muito focados nisso. Houve algum progresso, apesar dos anúncios públicos do Hamas. Mas, no fim das contas, precisamos ver isso acontecer, e temos esperança de que nos próximos dias possamos ter boas notícias a respeito”, disse Rubio. Ele também mencionou o envolvimento de parceiros internacionais, como Egito e Turquia, no processo de mediação.

“Sei que nossos parceiros no Egito e na Turquia estão envolvidos nesse processo”, afirmou o secretário. Segundo Rubio, o tema ganhou força durante o fim de semana, mas qualquer acordo está condicionado à retirada de armas do grupo. “Houve alguns sinais promissores durante o fim de semana de que estamos nos aproximando de um acordo com relação à desmilitarização deles. Mas isso precisa acontecer. Todo esse projeto só funciona se o Hamas for desmilitarizado. Até que isso aconteça, tudo está em questão”, declarou.

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Posição dos EUA sobre operações militares

Rubio evitou comentar se Washington apoiaria uma retomada das operações militares de Israel caso não haja acordo. “Vamos torcer para que possamos evitar isso. Não é o resultado que queremos”, disse. A declaração ocorre após relatos de que os EUA e o Hamas abriram um canal direto de diálogo em abril, pela primeira vez desde o cessar-fogo em Gaza. Duas fontes do Hamas confirmaram que as conversas ocorreram como parte de esforços para avançar em um acordo mediado pelos EUA.

Contexto regional

Em paralelo, o Itamaraty confirmou a morte de dois brasileiros em um bombardeio israelense no sul do Líbano. Uma mãe e seu filho, ambos brasileiros, foram vítimas do ataque. O governo brasileiro criticou as violações do cessar-fogo por Israel e pelo Hezbollah, cobrando a interrupção imediata das hostilidades e prestando assistência consular ao sobrevivente hospitalizado.

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