Goianos encontram raro 'peixe do fim do mundo' em praia na Irlanda
Goianos acham 'peixe do fim do mundo' na Irlanda

Dois goianos, Guilherme Dantas, de Goiânia, e Beatriz Oliveira, de Ceres, que residem na Irlanda há alguns anos, encontraram um peixe raro conhecido como “peixe do fim do mundo” em uma praia irlandesa. O registro foi divulgado pela TV Anhanguera. Segundo eles, o animal foi avistado na praia de Fenore, em um dia ensolarado — condição climática incomum no país.

A dupla contou que, inicialmente, pensou tratar-se de lixo ou de outro tipo de peixe. “Quando nos deparamos com algo brilhando na areia, falei: ‘Acho que isso é um pedaço de plástico’. Depois, chegamos mais perto e vimos que era um peixe, uma criatura de cerca de dois metros e meio a três metros”, relatou Guilherme à TV Anhanguera.

Resgate do animal

Beatriz destacou que o peixe chamou atenção pelo aspecto incomum e pelo brilho do corpo. “Era muito bonito, muito diferente. Chegamos a pensar que era uma enguia”, disse. Os dois decidiram devolver o animal ao mar e até lhe deram um apelido. “Apelidamos de ‘Enguia Ryan’, em referência ao filme ‘O Resgate do Soldado Ryan’, porque queríamos fazer o resgate do animal”, explicou Beatriz. Durante o resgate, Guilherme aparece em vídeo incentivando o peixe a voltar para a água.

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Espécie rara e cercada de superstições

Após o encontro, os goianos pesquisaram sobre o animal e descobriram que se tratava de um peixe-remo, espécie que vive em grandes profundidades e raramente aparece na superfície. Segundo eles, biólogos apontaram que este pode ter sido o primeiro registro do peixe na região. “É um peixe muito raro, que não sobe à superfície. E há toda uma superstição ligada a ele. Em 2011, no Japão, esse peixe apareceu e depois ocorreu um terremoto com tsunami”, explicou Guilherme.

De acordo com a TV Anhanguera, o peixe-remo pode medir entre dois e cinco metros de comprimento e é conhecido justamente por essas aparições incomuns, frequentemente associadas a crenças populares. Apesar da raridade do momento, os dois não registraram fotos com o animal, o que virou motivo de brincadeira posteriormente. “Se soubéssemos que ele era raro, teríamos tirado muitas fotos”, disse Guilherme. “Selfie, beijinho no peixe”, completou Beatriz, em tom de humor.

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