Pentágono afirma que líder supremo do Irã está 'desfigurado' e Trump promete 'grande força'
Líder iraniano 'desfigurado' e Trump comanda conflito, diz Pentágono

Pentágono anuncia sucesso militar contra o Irã e situação crítica do líder supremo

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, realizou uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira, 13 de março de 2026, onde declarou que as forças americanas estão conduzindo a campanha militar contra o Irã com muito sucesso. Durante o pronunciamento no Pentágono, em Washington D.C., Hegseth afirmou que o regime dos aiatolás está "desesperado" e que seu novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, está "desfigurado" após ter sido ferido na primeira onda de ataques em 28 de fevereiro.

Degradação das capacidades militares iranianas

Segundo o chefe do Pentágono, as capacidades militares do Irã foram severamente degradadas durante as últimas duas semanas de conflito. Hegseth apresentou dados impressionantes:

  • O volume de mísseis lançados pelo país caiu 90%
  • O lançamento de drones diminuiu 95% na véspera
  • Mais de 15 mil alvos já foram atingidos pelos Estados Unidos e Israel
O secretário foi enfático ao declarar que Teerã "não tem capacidade para construir mais armas", embora analistas internacionais contestem essa afirmação.

Liderança iraniana em situação precária

Hegseth deslegitimou a figura de Mojtaba Khamenei, questionando por que sua primeira declaração como líder supremo foi lida por um apresentador da TV estatal iraniana, sem áudio ou vídeo. "Sabemos que o novo, o chamado 'não tão supremo', líder está ferido e provavelmente desfigurado", afirmou o secretário de Defesa. Observadores acreditam que Mojtaba, que sucedeu seu pai Ali Khamenei, evita aparecer em vídeo não só devido aos ferimentos, mas também para não revelar detalhes sobre sua localização, já que Israel o declarou como alvo.

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Controvérsia sobre ataque a escola e promessa de reabertura do Estreito de Ormuz

O suposto sucesso militar americano foi manchado por um ataque mortal que atingiu uma escola para meninas em Minab, no Irã, deixando 175 mortos, a maioria crianças. Uma investigação militar em andamento determinou que os Estados Unidos foram responsáveis pelo disparo, conforme revelado pelo jornal The New York Times. Hegseth afirmou ter nomeado um oficial general fora do Comando Central para investigar o episódio.

Sobre o Estreito de Ormuz, rota vital por onde passam 20% do gás e petróleo consumidos mundialmente e fechada pelo Irã no início das hostilidades, Hegseth prometeu que as Forças Armadas americanas reabrirão a passagem. "Há um motivo pelo qual escolhemos destruir a Marinha deles como um de nossos principais objetivos", disse o secretário, acrescentando que os Estados Unidos estão lidando com ataques iranianos que já atingiram 16 navios na região.

Trump promete "grande força" e intensificação dos ataques

Enquanto isso, o presidente Donald Trump prometeu atacar o Irã "com muita força" na próxima semana, em declarações à emissora conservadora Fox News. O chefe do Pentágono afirmou que Trump "tem todas as cartas na mão" e determinará o ritmo do conflito.

O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, ecoou as declarações de Hegseth, garantindo que esta sexta-feira seria o dia de maior intensidade de fogo cinético em toda a área de operações desde o início da guerra. Caine atestou que a Marinha do Irã tornou-se "ineficaz", embora tenha admitido que Teerã ainda tem capacidade para prejudicar forças amigas e navios mercantes.

As Forças Armadas americanas estão priorizando a neutralização do programa de minagem da República Islâmica, após suspeitas de que suas forças estariam implantando explosivos no Estreito de Ormuz. Hegseth concluiu afirmando que os Estados Unidos têm "um plano para cada opção" e não permitirão que o estreito permaneça em disputa.

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