Irã classifica assassinato de Khamenei como crime religioso e promete retaliação
Irã promete retaliação após assassinato de Khamenei

Irã classifica assassinato de Khamenei como crime religioso e promete retaliação severa

O Ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, fez uma declaração contundente nesta segunda-feira (2) à TV estatal, afirmando que o assassinato de Ali Khamenei foi um crime religioso e prometeu sérias consequências, conforme reportado pela agência Reuters. A declaração ocorreu dois dias após um ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel que resultou na morte do líder supremo do Irã no sábado (28), intensificando as tensões na região.

Troca de ameaças entre Irã e Estados Unidos

Mais cedo, a mídia estatal iraniana divulgou uma ameaça da Força Quds, unidade de elite do Corpo da Guarda Revolucionária do Irã, alertando que os inimigos que mataram Ali Khamenei não estarão seguros nem mesmo em casa. Esta mensagem foi vinculada pouco depois do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressar confiança na vitória do país em sua ofensiva contra Teerã durante um discurso em Washington, criando um cenário de confronto direto.

Novos ataques e incidente no Estreito de Ormuz

Em resposta ao ataque, a Guarda Revolucionária anunciou o lançamento de mais uma onda de ataques utilizando novos mísseis. Além disso, informou que atingiu o petroleiro Athen Nova com drones no Estreito de Ormuz, uma das rotas de exportação de petróleo mais importantes do mundo, o que pode ter implicações significativas para a economia global e a segurança marítima.

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Conselho interino se reúne para definir novo comandante

Enquanto isso, no Irã, um conselho interino está se reunindo para definir um novo comandante, indicando esforços internos para estabilizar a liderança após a morte de Khamenei. Este desenvolvimento ocorre em meio a um clima de incerteza e preparação para possíveis retaliações, com o governo iraniano enfatizando a gravidade do crime religioso cometido.

As declarações de Araghchi e as ações militares subsequentes destacam a escalada de hostilidades, com o Irã posicionando-se firmemente contra o que considera uma agressão externa. A situação continua em evolução, com atualizações esperadas sobre as respostas diplomáticas e militares de ambas as partes envolvidas.

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