Alckmin associa Bolsonaro à CPMF e defende reforma tributária em congresso do PT
Alckmin critica Bolsonaro e defende reforma tributária no PT

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) utilizou o palco do 8º congresso do Partido dos Trabalhadores (PT) para rebater críticas sobre a carga tributária do governo Lula e associar a gestão anterior à tentativa de criar a CPMF. Durante discurso na sexta-feira, 24, Alckmin afirmou que o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro planejava implementar mais um imposto, enquanto a atual administração promoveu a reforma tributária com a unificação em um IVA dual.

Alckmin destaca crescimento econômico com reforma

“O governo anterior queria criar mais um imposto, a CPMF, e nós fizemos a reforma tributária, unimos em um IVA dual. A reforma tributária do ministro (Fernando) Haddad, há estudos do Ipea, vai fazer o PIB crescer 12% a mais em 15 anos”, declarou Alckmin. Ele ainda comparou as políticas de desoneração: “O governo anterior desonerou jet ski, arma e veleiros, e Lula desonerou quem ganha até R$ 5 mil”. O vice-presidente agradeceu a recepção calorosa dos petistas e ressaltou sua lealdade ao presidente Lula.

Alckmin defende democracia e ataca tentativa de golpe

Alckmin lembrou que Lula salvou a democracia no Brasil e criticou a tentativa de golpe após as eleições. “Mário Covas dizia que as pessoas podem ser mais à direita ou mais à esquerda, mas o que as diferencia é o apreço à democracia”, afirmou, citando o ex-governador de São Paulo.

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Edinho Silva pede que PT ouça sentimento antissistema

O presidente do PT, Edinho Silva, fez um discurso defendendo reformas nas instituições e no modelo econômico, buscando dar um viés antissistema à campanha de Lula. “É evidente que tem um ambiente de antissistema no Brasil e no mundo, e nós vamos debater durante esses dias. Mas é um descontentamento causado por uma crise do capitalismo que não é nossa”, argumentou.

Edinho ataca família Bolsonaro e defende soberania nacional

Edinho associou a família Bolsonaro ao “negacionismo” e ao “entreguismo” de minerais críticos. “As lideranças fascistas no Brasil têm nome e sobrenome. Temos de comparar o Brasil liderado pelo fascismo com o Brasil liderado pelo presidente Lula”, afirmou. Ele também defendeu que o partido debata segurança pública e combate à corrupção, citando a Operação Carbono Oculto.

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