Varejo brasileiro cresce 5,5% em março, impulsionado por combustíveis e construção
Varejo cresce 5,5% em março, aponta Índice Stone

Varejo brasileiro registra crescimento expressivo em março, segundo Índice Stone

O setor varejista do Brasil demonstrou forte recuperação no mês de março, com um crescimento significativo de 5,5% nas vendas, conforme os dados mais recentes do Índice do Varejo Stone (IVS). Esta alta representa um impulso importante para a economia nacional, refletindo um cenário de maior consumo e confiança por parte dos brasileiros.

Desempenho trimestral e comparativo anual

No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o varejo brasileiro apresentou um crescimento de 2,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Quando analisado na comparação anual, o volume de vendas também mostrou uma alta expressiva de 6,4%, indicando uma tendência positiva sustentada ao longo dos últimos doze meses.

Segmentos que lideraram o crescimento em março

No recorte mensal, todos os oito segmentos analisados pelo IVS registraram crescimento, com destaque para:

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  • Combustíveis e Lubrificantes: alta de 13,7%
  • Livros, Jornais, Revistas e Papelaria: crescimento de 9,2%
  • Móveis e Eletrodomésticos: aumento de 5,2%
  • Material de Construção: alta de 4,8%
  • Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico: crescimento de 4,1%
  • Tecidos, Vestuário e Calçados: aumento de 3,3%
  • Artigos Farmacêuticos: alta de 2,1%
  • Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo: crescimento modesto de 0,3%

Comparativo anual revela setores em alta

Na análise anual, sete dos oito segmentos apresentaram crescimento, com as maiores altas observadas em:

  1. Combustíveis e Lubrificantes: 10,6%
  2. Material de Construção: 9,4%
  3. Artigos Farmacêuticos: 8,9%
  4. Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico: 6,4%
  5. Móveis e Eletrodomésticos: 4,9%
  6. Tecidos, Vestuário e Calçados: 4,5%
  7. Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo: 1,3%

A única exceção foi o segmento de Livros, Jornais, Revistas e Papelaria, que registrou uma queda de 2,2% na comparação anual, possivelmente refletindo mudanças nos hábitos de consumo e a digitalização crescente.

Estes números reforçam a resiliência do comércio brasileiro diante dos desafios econômicos, com setores como combustíveis e construção mostrando particular vigor. O desempenho positivo do varejo é um indicador crucial para a saúde da economia, sugerindo que o consumo interno continua a ser um motor importante para o crescimento do país.

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