O boliche vive uma nova fase e se consolida como protagonista do entretenimento indoor global. Segundo a Business Research Insights, o mercado deve atingir 1,3 bilhão de dólares em 2026, com projeção de chegar a 1,85 bilhão de dólares até 2035, registrando uma taxa composta anual (CAGR) de cerca de 4,5% no período, impulsionado pela crescente demanda por experiências imersivas e sociais.
Além do apelo ao público, o segmento também se destaca pela rentabilidade, com margens líquidas entre 10% e 25%, podendo chegar a 35% em modelos mais modernos, segundo a IBISWorld. “Hoje, o boliche integra um ambiente completo de experiências, ampliando o potencial de receita e tornando o investimento mais atrativo”, afirma Tironi Paz Ortiz, CEO da Imply.
O setor de boliche tem se reinventado, oferecendo não apenas pistas para o jogo, mas também áreas de alimentação, bares, jogos eletrônicos e espaços para eventos. Essa diversificação atrai um público mais amplo, desde famílias até jovens em busca de lazer noturno. A tendência é que as operadoras invistam cada vez mais em tecnologia e design para criar ambientes únicos e memoráveis.
No Brasil, o mercado acompanha essa tendência global. Centros de boliche modernos têm surgido em grandes centros urbanos, combinando o esporte com gastronomia e entretenimento. A expectativa é que o faturamento do setor no país cresça proporcionalmente ao mercado internacional, impulsionado por franquias e novos empreendimentos.
A rentabilidade atrativa e o potencial de crescimento tornam o boliche um investimento promissor para empreendedores. Com margens que podem superar 30% em operações bem estruturadas, o segmento se destaca em relação a outros negócios de entretenimento. A chave para o sucesso está na capacidade de oferecer uma experiência completa e diferenciada ao cliente.



