A Cannect, ecossistema de cuidado integral de pacientes crônicos, registrou R$ 60 milhões em GMV (volume bruto de mercadorias) e projeta um crescimento de 25% em 2026. A healthtech, que já atende 100 mil pacientes e capacitou 12 mil médicos, detém 40% das importações de cannabis medicinal no país, setor que deve movimentar R$ 1,12 bilhão neste ano.
Estratégia de crescimento
A meta da empresa para o próximo ano é que 30% da base de pacientes utilize terapias combinadas, incluindo suplementação e controle da obesidade. Segundo Allan Paiotti, CEO da Cannect, a regulamentação da produção nacional representa um avanço estrutural, trazendo segurança jurídica e estimulando a concorrência. No entanto, ele ressalta que construir uma cadeia produtiva local exige capital e maturação.
Importação como prioridade
No curto prazo, a Cannect acredita que a importação continuará dominante e será a via mais acessível. “Seguiremos apostando na importação de qualidade enquanto o ecossistema nacional amadurece, sempre priorizando a segurança e o melhor custo-benefício para o paciente”, afirma Paiotti.



