
Pois é, pessoal. A prefeitura de Taubaté resolveu botar a casa em ordem — literalmente. E quando digo casa, são várias: nada menos que 16 imóveis municipais estão com os dias contados no patrimônio público.
O prefeito Sérgio Victor, lá das terras paulistas, acabou de sancionar a lei que autoriza esse verdadeiro leilão de propriedades. A jogada? Liberar um dinheiro fresco para os cofres públicos e, quem sabe, dar uma agitada no mercado imobiliário da região.
E não é pouco dinheiro, viu? A estimativa é que todas essas propriedades juntas valham algo em torno de R$ 11 milhões. Uma grana preta que pode fazer diferença em outros setores da cidade.
Mas que imóveis são esses?
Ah, boa pergunta. A lista — aprovada pela Câmara Municipal ainda em junho — inclui de tudo um pouco. Tem desde terrenos que estão lá, parados há anos, até alguns imóveis residenciais que a prefeitura adquiriu ao longo do tempo.
O que me faz pensar: será que algum taubateano vai conseguir comprar um pedacinho da sua própria cidade? A ideia é que esses leilões sejam acessíveis, mas bem, o mercado imobiliário está aí para provar que nada é tão simples.
E para onde vai esse dinheiro?
Segundo a prefeitura, a grana da venda vai direto para os cofres municipais. Aí, pode ser reinvestida em obras, serviços públicos, saúde, educação... enfim, nas prioridades que a administração definir.
Não é a primeira vez que isso acontece, diga-se de passagem. Administrações anteriores já fizeram movimentos parecidos. Mas sempre gera aquela discussão: será que é melhor mesmo vender o patrimônio público?
De um lado, é dinheiro imediato. Do outro, você perde ativos que poderiam valorizar ainda mais no futuro. Complexo, né?
O fato é que a lei já está sancionada e publicada. Agora é torcer para que o leilão atraia bons compradores e que o retorno financeiro realmente beneficie a população de Taubaté.
Vamos acompanhar para ver no que vai dar. Afinal, quando o assunto é dinheiro público — e muito dinheiro —, todo cuidado é pouco.