Desaparecimento no Velho Chico: Agricultores Some em Barco e Gera Buscas Apreensivas na Bahia
Agricultores desaparecem no Rio São Francisco, na BA

Era pra ser mais um dia normal de trabalho, sabe? Aquela rotina dura, mas conhecida, de quem tira o sustento das margens do Velho Chico. Só que dessa vez, o rio — imprevisível como sempre — escreveu um capítulo triste e misterioso. Dois agricultores, Edson da Silva Santos, de 38 anos, e Adailton Moreira de Jesus, de 32, simplesmente sumiram. O último contato? Na quarta-feira (28), por volta das 16h. Desde então, silêncio.

O caso, que tá deixando todo mundo de cabelo em pé, aconteceu na zona rural de Sento Sé, no norte da Bahia. A região, conhecida pela beleza áspera do sertão, agora é palco de uma operação de busca que não para. A Polícia Militar e os bombeiros tão na área, vasculhando cada pedaço d'água e terra, numa correria contra o tempo.

O Sumiço e a Angústia das Famílias

Segundo relatos dos familiares — que tão lá, na frente, com aquele misto de esperança e desespero —, os dois homens saíram pra trabalhar, como sempre faziam. O meio de transporte? Uma embarcação, que também desapareceu. Imagina só: o barco some junto. Isso aumenta, e muito, a apreensão de que algo grave tenha acontecido no percurso.

Não é todo dia que uma notícia dessas chega. A gente até tenta achar uma explicação, um fio de esperança, mas a verdade é que o São Francisco é traiçoeiro. Pode estar calmo num momento e, no outro, mostrar toda a sua fúria. As equipes de resgate tão se desdobrando, usando o que tem pra tentar localizar Edson e Adailton. Até agora? Nada.

As Buscas e a Espera

O pior de tudo é a incerteza. O que será que aconteceu? Um acidente com o barco? Uma mudança brusca no tempo? O rio não conta. E as famílias ficam naquele limbo angustiante, entre rezar e esperar por notícias — boas, de preferência.

A operação de busca segue a todo vapor. Os bombeiros tão varrendo o trecho do rio onde eles foram vistos pela última vez, enquanto a PM faz buscas em terra, nas margens. Todo mundo torce por um desfecho feliz, mas o tempo é crucial nesses casos.

Enquanto isso, a comunidade de Sento Sé se mantém unida, na torcida. É assim no interior: uma dor é sentida por todos. O desaparecimento desses dois agricultores mexeu com todo mundo. Agora, é esperar — e ter fé.