BC e PM do Amazonas firmam acordo de R$ 210 mil para escolta de carros-forte
Acordo de R$ 210 mil entre BC e PM-AM para segurança

O Banco Central do Brasil estabeleceu uma nova parceria estratégica com a Polícia Militar do Amazonas. O foco da colaboração está no reforço da segurança durante o transporte de valores no estado.

Detalhes do convênio entre as instituições

O acordo, com validade de três anos, foi formalizado recentemente e tem um valor estabelecido de R$ 210.000. A iniciativa visa criar um canal direto de cooperação para ações específicas de proteção ao sistema financeiro na região Norte do país.

De acordo com os termos do convênio, os policiais militares do Amazonas ficarão à disposição do Banco Central para realizar operações de escolta de carros-forte sempre que a instituição financeira solicitar. A medida busca aumentar a segurança e prevenir possíveis assaltos durante o deslocamento de grandes quantias de dinheiro.

Inteligência e relatórios de segurança

Além do serviço de escolta, a parceria inclui uma componente de inteligência. A Polícia Militar amazonense se comprometeu a produzir e fornecer relatórios de segurança para o Banco Central.

Esses documentos terão como objetivo mapear riscos, analisar rotinas logísticas e oferecer um panorama detalhado sobre as condições de segurança no estado, especialmente as relacionadas ao transporte de valores. A troca de informações deve otimizar as operações e antecipar possíveis ameaças.

Contexto e objetivos da parceria

A colaboração entre uma autoridade monetária federal e uma força de segurança estadual reflete uma preocupação em integrar esforços para combater crimes financeiros. O Amazonas, com sua vasta extensão territorial e desafios logísticos únicos, demanda estratégias de segurança adaptadas.

O acordo de três anos oferece uma perspectiva de médio prazo para esse trabalho conjunto, permitindo o planejamento de operações e a construção de uma relação operacional mais sólida entre as equipes do BC e da PM-AM.

A expectativa é que essa parceria resulte em um transporte de valores mais seguro e eficiente em todo o estado, beneficiando não apenas o Banco Central, mas toda a rede bancária e a população que depende desses serviços.