Restaurante em Fortaleza é interditado por condições sanitárias graves
Um restaurante localizado no bairro Álvaro Weyne, em Fortaleza, foi interditado na terça-feira, 24 de setembro, pela Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis). A ação ocorreu após fiscais identificarem uma série de irregularidades sanitárias que comprometem a segurança alimentar do estabelecimento.
Irregularidades encontradas durante a inspeção
Durante a vistoria, os fiscais constataram um ambiente e equipamentos sujos, com a presença de larvas e baratas, indicando falta de higiene básica. Além disso, alimentos estavam armazenados de forma inadequada, sem identificação e diretamente no chão, sem o uso de estrados ou prateleiras apropriadas.
Outros problemas graves incluíram ralos sem sistema de fechamento, o que facilita a entrada de pragas, e lixeiras abertas ou sem tampa, contribuindo para a proliferação de insetos e bactérias. A ausência de pias exclusivas para a higienização das mãos nas áreas de manipulação de alimentos também foi destacada, em desacordo com as normas sanitárias vigentes.
Exigências para retomada das atividades
Para que o restaurante possa retomar suas operações, os responsáveis devem corrigir todas as irregularidades apontadas pela Agefis. Isso inclui a limpeza completa do local, a implementação de medidas de controle de pragas e a adequação dos sistemas de armazenamento e higiene.
Após as correções, será necessário solicitar uma nova vistoria da agência. O funcionamento só será liberado após a comprovação de que o estabelecimento atende a todas as normas sanitárias, garantindo a segurança dos consumidores.
Como a população pode denunciar irregularidades
A Agefis reforça que a população pode auxiliar na fiscalização denunciando irregularidades sanitárias em estabelecimentos comerciais. As denúncias podem ser feitas por meio da Central 156 ou através do aplicativo Fiscalize Fortaleza, disponível para dispositivos Android e iOS.
Essa iniciativa visa promover um ambiente mais seguro e saudável para os moradores de Fortaleza, incentivando a participação cidadã no combate a práticas inadequadas que colocam a saúde pública em risco.



