O mundo das celebridades e da realeza está de luto. Philippe Junot, conhecido por ter sido o primeiro marido da princesa Carolina de Mônaco, faleceu na última quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, na cidade de Madrid, onde residia com a família. Ele tinha 85 anos.
Anúncio e Homenagem Familiar
A notícia do falecimento foi confirmada publicamente pela sua filha mais velha, Victoria Junot. Através de suas redes sociais, ela compartilhou uma emotiva mensagem de despedida ao pai. "Obrigado por todas as risadas e aventuras, por nos mostrar o seu mundo e a inspiração para alcançarmos voos mais altos, obrigado pelo seu amor que nunca nos deixará", escreveu Victoria, em uma tocante homenagem que viralizou entre os seguidores.
Um Casamento Real e Polêmico
Philippe Junot, um banqueiro e empresário francês, entrou para a história ao se casar com a princesa Carolina de Mônaco, filha mais velha do príncipe Rainier III e da estrela de cinema Grace Kelly. A união durou de 1978 a 1980, totalizando apenas dois anos de matrimônio.
O relacionamento sempre foi alvo de atenção e polêmica, principalmente devido à significativa diferença de idade entre o casal. Quando se conheceram, Carolina tinha apenas 20 anos, enquanto Junot já contava com 36, uma diferença de 16 anos que era bastante comentada na época.
O casal não teve filhos juntos. Philippe Junot, no entanto, foi pai de quatro filhas, fruto de outros relacionamentos e casamentos ao longo de sua vida.
Legado e Repercussão
A morte de Philippe Junot marca o fim de um capítulo na história da família real monegasca. Sua figura permanece ligada à narrativa pessoal da princesa Carolina, que seguiu sua vida, casando-se novamente e constituindo família.
A rápida divulgação e o tom carinhoso da homenagem da filha Victoria destacam o lado familiar e pessoal do banqueiro, para além dos holofotes que o cercaram durante seu breve, porém intenso, período como membro do círculo real por matrimônio.
O falecimento ocorreu em Madrid, longe do Principado de Mônaco que o projetou para o mundo, mas a memória de seu nome permanecerá atrelada à casa de Grimaldi e a um dos romances mais comentados da realeza europeia na segunda metade do século XX.