Luana Piovani revela transformação após filho morar com Scooby e critica evangélicos
Luana Piovani fala sobre filho com Scooby e critica evangélicos

A atriz Luana Piovani passou por uma profunda reflexão após a decisão de seu filho mais velho, Dom, de 14 anos, de passar a residir com o pai, o surfista Pedro Scooby. Em entrevista ao podcast Conversa Vai, Conversa Vem, a artista compartilhou insights cruciais sobre a maternidade e a dinâmica familiar.

Maternidade e reorganização familiar

Luana foi direta ao descrever a experiência, afirmando que "a maternidade é uma obsessão e filho é manipulador". Ela explicou que, muitas vezes, os pais permitem situações difíceis por amor, na esperança de melhorias. A atriz relatou um desgaste intenso na convivência, chegando a declarar: "Vi que estava vivendo um inferno, com um algoz em casa que todo dia empurrava o punhal mais pra dentro".

Decisão fundamental

Segundo Luana, permitir que Dom fosse morar com Scooby foi essencial para reorganizar a família. Atualmente, ela vive em Portugal com os outros dois filhos do relacionamento, os gêmeos Bem e Liz, de 10 anos. "A felicidade dele não estava aqui comigo. Ele tinha o direito de viver com o pai. Foi bom para todos", afirmou. A atriz destacou que Dom está feliz, Scooby se tornou mais responsável e a relação entre todos melhorou significativamente, descrevendo-a como "uma lua de mel".

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Críticas ao cenário religioso

Durante a mesma entrevista, Luana também abordou sua relação com a religião evangélica, influenciada pela avó. Ela mencionou ter frequentado a Igreja Adventista do Sétimo Dia, lido a Bíblia e visitado Israel, sempre com apreço pela cultura judaica devido ao Velho Testamento.

Posicionamento firme

A atriz fez críticas contundentes ao atual cenário religioso, definindo religião como "reverenciar e respeitar a natureza, os seres humanos, a diversidade, pregar o amor". No entanto, ela afirmou: "O evangélico de hoje é o que há de pior no ser humano. Virou o protótipo de um ser desprezível. Virou uma indústria política".

Luana reforçou seu ponto de vista ao final, declarando: "Sou evangélica e tenho lugar de fala para dizer: a maioria dos evangélicos hoje é uma raça que pelo amor de Deus! Achou ruim? Come menos! Caguei para vocês!". Suas críticas não são direcionadas à religião em si, mas aos religiosos que propagam ódio e segregação, especialmente contra pessoas de outras crenças.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar