Bibi, filha secreta de Freddie Mercury, morre aos 48 anos após câncer raro
Filha secreta de Freddie Mercury morre aos 48 anos

A notícia que comove fãs ao redor do mundo: Bibi, a filha mantida em segredo do lendário vocalista do Queen, Freddie Mercury, faleceu aos 48 anos de idade. A informação foi confirmada por familiares ao tabloide britânico Daily Mail. Ela enfrentava um tipo raro de câncer conhecido como cordoma, um tumor que afeta a coluna vertebral.

Uma Batalha Silenciosa e a Paz Final

Thomas, marido de Bibi, relatou que a morte foi tranquila, após anos de um tratamento intenso e desgastante. Ele contou que as cinzas da esposa foram espalhadas nos Alpes, um local de significado especial. “Agora ela está com o pai que tanto amava”, declarou, em uma mensagem emocionante. Bibi deixa dois filhos pequenos, de nove e sete anos.

A existência da filha de Freddie Mercury só veio a público em 2025, com o lançamento do livro "Love, Freddie", da escritora e jornalista Lesley-Ann Jones. A obra revelou que Bibi nasceu em 1976, fruto de um relacionamento extraconjugal do cantor com a namorada de um amigo próximo. Por décadas, esse segredo foi guardado por um pequeno círculo de pessoas próximas ao artista.

A Revelação de um Amor Paterno Secreto

De acordo com a biografia, Freddie Mercury mantinha uma relação próxima e carinhosa com a filha. Ele a chamava por apelidos afetuosos como “Bibi”, “tesouro” e “minha pequena sapinha”. A influência dela em sua vida foi tão profunda que inspirou a criação de músicas, como “Bisou” e “Don’t Try So Hard”.

No livro, Bibi descreve a relação com o pai como próxima, amorosa e constante até a morte dele, em 1991. “Ele me amava, cuidava de mim e me protegia. As circunstâncias do meu nascimento nunca mudaram isso”, escreveu. A autora, Lesley-Ann Jones, afirmou estar profundamente abalada com a morte de Bibi e destacou a coragem dela em revelar sua história para corrigir versões falsas sobre a vida de Freddie Mercury.

Uma Missão Pessoal Acima da Própria Saúde

Segundo Jones, Bibi decidiu tornar pública sua história com um objetivo claro: corrigir distorções e narrativas falsas sobre o pai que circularam por décadas. A autora revelou que, mesmo enfrentando uma doença grave durante o período de colaboração para o livro, Bibi colocou essa missão acima de seu próprio bem-estar. “Ela estava muito doente durante os anos em que trabalhamos juntas, mas colocou essa missão acima de si mesma”, disse Jones.

A revelação de Bibi não apenas adiciona um novo e tocante capítulo à história de Freddie Mercury, mas também pinta um retrato de um homem que, apesar da vida pública extravagante, cultivou um amor paterno profundo e discreto. Sua morte encerra a história de uma mulher que viveu grande parte de sua vida longe dos holofotes, mas que agora é lembrada como parte fundamental do legado de um dos maiores ícones da música.