Brasil conquista posição de destaque na arbitragem da Copa do Mundo 2026
A Federação Internacional de Futebol (FIFA) divulgou oficialmente nesta quinta-feira, 9 de abril de 2026, a lista completa de árbitros que atuarão na próxima edição da Copa do Mundo. O Brasil se destaca como o país com a maior delegação na arbitragem, contando com três árbitros de campo, cinco assistentes e um árbitro de vídeo (VAR).
Representação histórica para o futebol nacional
Esta será a primeira vez desde 1950 que o Brasil terá três árbitros de campo em uma Copa do Mundo. Com exceção do torneio realizado no Catar em 2022, o país vinha sendo representado por apenas um árbitro principal nas últimas sete décadas. A presença recorde reforça o reconhecimento internacional da qualidade técnica dos profissionais brasileiros.
Os selecionados como árbitros de campo são:
- Raphael Claus (São Paulo)
- Ramon Abatti Abel (Santa Catarina)
- Wilton Pereira Sampaio (Goiás)
Já os assistentes brasileiros confirmados são:
- Bruno Boschillia (Paraná)
- Bruno Pires (Goiás)
- Danilo Manis (São Paulo)
- Rodrigo Figueiredo (Rio de Janeiro)
- Rafael Alves (Rio Grande do Sul)
Experiência e estreia na competição máxima
Raphael Claus e Wilton Pereira Sampaio embarcam para seu segundo mundial consecutivo, demonstrando consistência e confiança da FIFA em seu trabalho. Ambos já possuem experiência em competições de alto nível, incluindo a Copa do Mundo de 2022 e torneios continentais.
Ramon Abatti Abel fará sua estreia em Copas do Mundo de seleções, após atuar com destaque na Copa do Mundo de Clubes de 2025. Sua nomeação representa a renovação da arbitragem brasileira em cenários internacionais.
Contexto global da arbitragem
A FIFA anunciou um total de 52 árbitros de campo, 88 assistentes e 30 árbitros de vídeo para a competição, com representantes de 46 países diferentes. O Brasil se iguala à Argentina em número de árbitros principais (três cada), mas supera todas as nações quando considerados os assistentes.
O árbitro de vídeo brasileiro selecionado é Rodolpho Toski, que integrará a equipe de tecnologia voltada para revisão de lances decisivos. Sua presença complementa a abrangente participação brasileira em todas as funções arbitrais.
Esta conquista reflete anos de investimento em formação e capacitação de árbitros no Brasil, além do reconhecimento do trabalho desenvolvido pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em parceria com comissões técnicas especializadas.



