Bad Bunny chega a São Paulo com turnê que celebra cultura porto-riquenha e ingressos limitados
Bad Bunny em SP: turnê celebra Porto Rico com ingressos escassos

Bad Bunny chega a São Paulo com turnê que celebra cultura porto-riquenha

O cantor porto-riquenho Bad Bunny desembarca no Brasil para duas apresentações na capital paulista, nos dias 20 e 21 de fevereiro, no Allianz Parque. Os shows fazem parte da turnê "Debí Tirar Más Fotos", que promove o mais recente álbum do artista, vencedor do Grammy e composto por 17 faixas. A atração, que já se apresentou no Super Bowl, traz em seu repertório uma mistura de gêneros musicais tradicionais de Porto Rico, como bomba, salsa e plena, combinados com o reggaeton.

Ingressos quase esgotados e opções vip disponíveis

Há poucos ingressos disponíveis para os fãs brasileiros. Na modalidade inteira, restam principalmente pacotes vip para as duas datas, incluindo o early entry package por R$ 4.089,43 e o ultimate Bad Bunny vip lounge experience nas pits 1 e 2 por R$ 7.323,86. Os demais setores estão esgotados. Alternativas incluem camarotes do estádio:

  • Backstage Mirante: atrás do palco, com acesso à pista premium, open bar, food e festa pós-show (R$ 4.000)
  • Camarote Placar: vista para todo o estádio, serviços de comida e bebida (R$ 2.950)
  • Champions Club: localizado no quarto andar, com open bar e food (R$ 2.600)
  • La Coppa: mesa reservada e cadeira externa, open bar e food (R$ 3.000)
  • Nagairô: rodízio japonês, open bar e acesso à cadeira inferior (R$ 2.200)

Setlist e estrutura dos shows

Bad Bunny tem apresentado faixas do álbum "Debí Tirar Más Fotos" (2025) e sucessos da carreira. O setlist, sujeito a alterações, inclui músicas como "La Mudanza", "Callaita", "Turista", "Baile Inolvidable", "Tití Me Preguntó", "Safaera" e "Dákiti". As canções são interpretadas em dois palcos: o principal, próximo à pista premium, e a casita, uma réplica de uma casa porto-riquenha nas cores rosa e amarela.

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Logística e dicas para os fãs

Os portões do Allianz Parque abrem às 16h, com Bad Bunny subindo ao palco às 21h. Para chegar ao local, a sugestão é usar transporte público, desembarcando na estação Palmeiras/Barra Funda, a cerca de dez minutos a pé do estádio. É recomendado conferir o site da SPTrans para verificar linhas de ônibus com alterações de trajeto.

Para se proteger do calor, os fãs devem beber bastante água, aplicar protetor solar, usar óculos de sol, chapéu ou boné, e preferir roupas leves. Em caso de chuva, guarda-chuvas podem não ser permitidos; capas de chuva são uma alternativa, mas com preços elevados nos arredores. Levar sacos zip lock ou bolsas à prova d'água para proteger itens como celular e documentos é essencial.

Contexto cultural e social da turnê

As letras do álbum abordam temas como a gentrificação de Porto Rico, o abandono do povo porto-riquenho pelo governo, a relação com os Estados Unidos, a migração forçada e o impacto do turismo estrangeiro. O disco conta com participações de músicos porto-riquenhos, incluindo Dei V, Omar Courtz, RaiNao, e os grupos Chuwi e Os Pleneros da Cresta.

A turnê, que teve residência em Porto Rico com 31 apresentações, já passou por países como Costa Rica, México, Colômbia, República Dominicana, Peru, Chile e Argentina. Após o Brasil, Bad Bunny segue para Portugal, França, Itália, Inglaterra, Suécia, Austrália e Japão. Não há agenda prevista nos Estados Unidos para divulgação do disco.

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