Trio de jovens enfrenta rotina intensa tocando em múltiplas escolas de samba em SP
Jovens tocam em várias escolas de samba em São Paulo

Trio de jovens enfrenta rotina intensa tocando em múltiplas escolas de samba em São Paulo

A rotina carnavalesca de Leandro Joaquim dos Santos Neto, de 21 anos, Rubens Martz de Campos Neto, de 22, e Gustavo Henrique Duga de Oliveira, também de 22, está longe de ser tranquila. Além de integrarem a bateria da Mocidade Unida da Mooca, os três jovens também tocam chocalho em outras escolas tradicionais do samba paulistano, uma agenda que eles próprios definem como correria e loucura.

Agenda sobrecarregada e dedicação ao samba

Leandro, o mais novo do trio, defende a Mocidade Unida da Mooca e também desfila pela Camisa 12, Tom Maior e Peruche. Já Rubens divide seu tempo entre a Mocidade Alegre, a Mooca, a Camisa 12 e a Peruche. Gustavo, por sua vez, também marca presença na Mocidade Unida da Mooca e na Peruche. Com agendas que se sobrepõem e ensaios quase diários, os jovens afirmam que não há espaço para improviso.

É preciso ter braço, muito treino e a paixão por isso. Somos apaixonados por samba e por isso fazemos isso, dizem, ao explicar que o preparo físico é essencial para aguentar a sequência de apresentações. Segundo eles, outro ponto fundamental é estudar cada detalhe do desfile. O segredo é treinar e declarar cada samba-enredo, afirmam.

Sintonia entre ritmo e emoção na avenida

Para o trio, a sintonia entre ritmo e emoção faz toda a diferença na avenida. Se o samba for pra frente, a bateria vai junto, e o instrumento responde, explicam. Mesmo com a intensidade da rotina, eles garantem que a paixão pelo carnaval compensa o cansaço e transforma a correria em realização pessoal.

Compensa muito porque é o que amamos. Esse amor veio de berço, afirmou Leandro. A dedicação dos jovens reflete a tradição e o espírito vibrante do carnaval paulistano, onde a música e a cultura se entrelaçam em uma celebração contínua.