Ex-ponta do São Paulo provoca debate ao se comparar com craques do futebol
Em uma participação marcante no programa Bola Quadrada, da revista VEJA, o ex-ponta esquerda do São Paulo, Zé Sérgio, gerou polêmica ao fazer comparações diretas entre jogadores de diferentes épocas. Durante um quadro que exigia posicionamentos categóricos, o ex-atleta não hesitou em afirmar que foi melhor do que nomes como Vinícius Júnior e Zagallo, acendendo um intenso debate sobre gerações no futebol brasileiro.
Comparações diretas e afirmações contundentes
No formato do programa, Zé Sérgio foi desafiado a classificar jogadores históricos em uma lista de jogou mais ou jogou menos. Diante de uma seleção que incluía Zagallo, Joãozinho, Vinícius Júnior, Müller, Lucas, Éder, Mário Sérgio, Paulo César Caju e Pepe, o ex-jogador se colocou acima da maioria, sempre ressaltando as diferenças de estilo e contexto entre as eras.
Sobre Vinícius Júnior, atual estrela do Real Madrid e da Seleção Brasileira, Zé Sérgio foi direto: Não tenho dúvida nenhuma de que fui muito melhor que ele. Em relação a Zagallo, ícone do futebol brasileiro como jogador e técnico, também foi categórico, posicionando-se como superior. Apenas Canhoteiro recebeu a classificação de jogou mais em comparação com o ex-ponta.
Reconhecimento em uma era de craques
O editor Amauri Segalla contextualizou as declarações ao lembrar que Zé Sérgio foi eleito o melhor jogador do Brasil em 1980, superando nomes como Zico, Sócrates, Falcão e Cerezo, em uma época marcada por uma abundância de talentos. Esse prêmio ajuda a dimensionar a relevância do ex-atleta no cenário futebolístico nacional.
Zé Sérgio atribuiu esse reconhecimento ao seu estilo de jogo objetivo, sem firulas. Eu apenas jogava futebol, afirmou, destacando que essa postura lhe rendia respeito até mesmo de torcedores rivais. Fábio Altman reforçou essa avaliação, lembrando que havia público que ia aos estádios exclusivamente para vê-lo atuar, enquanto outros sofriam ao enfrentá-lo.
A polêmica ausência na Seleção de 1982
O debate também avançou para a Seleção Brasileira de 1982, considerada por muitos uma das melhores da história, mesmo sem conquistar a Copa do Mundo. Altman afirmou que Zé Sérgio fez falta naquele time, que atuou sem pontas tradicionais. O ex-jogador concordou e disse não ter dúvidas de que teria espaço na equipe.
Ele explicou que participou da maior parte das eliminatórias, mas perdeu jogos por suspensão, o que permitiu que Éder aproveitasse oportunidades em amistosos. Segundo Zé Sérgio, a escolha final passou mais por circunstâncias do que por desempenho. Ainda assim, elogiou o técnico Telê Santana, descrevendo-o como inteligente e capaz de tomar decisões difíceis em um elenco altamente qualificado.
Um exercício de memória que reacende discussões
A participação de Zé Sérgio no Bola Quadrada serviu como um provocativo exercício de memória, levantando questões sobre como comparar jogadores de diferentes contextos históricos. Suas afirmações, embora polêmicas, refletem a confiança de um atleta que foi premiado em uma das eras mais competitivas do futebol brasileiro.
Este conteúdo, produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana, resume trechos do programa audiovisual, incentivando os fãs a refletirem sobre legados e evoluções no esporte.