Juliano Cazarré rebate Porchat sobre críticas a evento masculino
Cazarré rebate Porchat sobre evento masculino

O ator Juliano Cazarré decidiu rebater publicamente as críticas ao polêmico evento "O Farol e a Forja" e mirou diretamente no humorista Fábio Porchat, que havia ironizado a iniciativa em vídeo nas redes sociais. Durante uma live, Cazarré classificou como contraditório o tom das críticas e acusou Porchat de usar insinuações homofóbicas como forma de ataque.

A resposta de Cazarré a Porchat

“O Fábio Porchat foi lá e fez um vídeo me zoando. Cara, anos atrás, na última vez que fui cancelado, o que aconteceu: o Felipe Neto foi fazer a mesma coisa que o Porchat, né? Foi me zoar. Me zoou com isso, tentando dizer que sou homossexual enrustido, um gay enrustido”, disparou o ator. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo, na qual Cazarré também afirmou estar sendo alvo de ataques nas redes sociais desde a repercussão do evento, chamado por ele de “o maior encontro para homens do Brasil”.

Questionamento sobre os radicais

Em sua fala, Cazarré questionou quem seriam, de fato, os “radicais” na discussão. “Quem são os fanáticos? Os fanáticos são os que entram no meu perfil para me xingar. Nunca entrei no perfil de ninguém para xingar ninguém na minha vida”, afirmou. O ator destacou que nunca agiu de forma agressiva contra seus críticos, ao contrário do que teria ocorrido com ele.

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Críticas também a Paulo Betti

As alfinetadas não ficaram restritas a Porchat. Na live, Cazarré também criticou o ator Paulo Betti, questionando a reação do colega ao caso. “Muitas dessas pessoas que foram no meu perfil, me conhecem, trabalharam comigo. O Paulo Betti não tinha o que falar. Tem um debate meu com o Paulo Betti em que ele foi perdendo a linha porque ele nunca tinha debatido com uma pessoa tão preparada, em política e economia. E eu fui cordial com ele o tempo todo”, disse.

O evento "O Farol e a Forja" gerou controvérsia no meio artístico, com diversas figuras públicas se posicionando contra a iniciativa. Cazarré, no entanto, manteve sua defesa e criticou o que considera uma perseguição ideológica.

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