Pitbull ataca e mata cachorro em Volta Redonda; tutor é considerado incapaz pela secretaria
Um pitbull atacou e matou um cachorro nesta sexta-feira (10) no bairro Vale Verde, em Volta Redonda, no estado do Rio de Janeiro. O incidente violento ocorreu na Rua PG e assustou profundamente os moradores que presenciaram a cena trágica.
Secretaria Municipal de Proteção e Defesa Animal intervém no caso
Segundo informações da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa Animal (SMPDA), o órgão esteve imediatamente no local após o ataque. Após uma investigação inicial, foi constatado que o tutor oficial do pitbull não tinha capacidade adequada para cuidar do animal, que na ocasião estava sob os cuidados temporários de outra pessoa.
De acordo com o relatório da SMPDA, o pitbull conseguiu escapar do local onde estava preso e, já solto na via pública, partiu para o ataque fatal contra o outro cachorro. A cena de violência deixou a comunidade local em alerta e levantou questões sobre a responsabilidade na guarda de animais potencialmente perigosos.
Destino do animal e medidas da secretaria
O pitbull envolvido no ataque foi imediatamente apreendido e encaminhado para avaliação veterinária completa. O animal também passará por procedimento de castração como parte do protocolo de segurança. Atualmente, ele está abrigado em um lar temporário supervisionado pela secretaria.
A SMPDA informou que, após um período necessário de tratamento e reabilitação comportamental, o órgão buscará uma adoção responsável e segura para o animal, priorizando famílias com experiência no manejo de cães de porte grande e com histórico comportamental complexo.
Importância das denúncias e registro de casos
A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa Animal reforçou a importância crucial das denúncias e registros de casos semelhantes. A população pode reportar situações de maus-tratos, ataques animais ou tutores negligentes através do telefone 156, que funciona como canal direto de comunicação com o órgão.
Este caso específico em Volta Redonda serve como alerta para a necessidade de supervisão adequada de animais considerados de porte potencialmente perigoso, especialmente quando os tutores originais não demonstram condições plenas para garantir a segurança da comunidade e do próprio animal.



