Pit bull sem dono aterroriza moradores com ataques em rua de Praia Grande
Um cachorro da raça pit bull, que não possui dono identificado, tem causado pânico entre os moradores da Rua Morubixaba, no bairro Vila Tupi, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Os ataques, que começaram há aproximadamente uma semana, já vitimaram pelo menos dois motociclistas, além de pedestres e ciclistas que transitam pela via.
Ataques registrados em câmeras de segurança
Imagens de câmeras de segurança capturaram um dos incidentes ocorridos na noite de sexta-feira (16). Nas gravações, é possível ver o momento em que o animal ataca um motociclista, que precisou descer da moto para verificar se havia sofrido ferimentos na perna. O morador Dayvid Mariano, de 44 anos, relatou ao g1 que o cachorro está na região há cerca de 15 dias, mas não há informações claras sobre sua origem – se está perdido, foi abandonado ou já vivia nas ruas.
Preocupação com a falta de ação das autoridades
Dayvid Mariano expressou sua preocupação com a situação, destacando que o Setor de Zoonoses da Prefeitura de Praia Grande já foi acionado, mas até o momento nenhuma medida concreta foi tomada. "Vai esperar acontecer uma tragédia para tomar as devidas providências", questionou o morador, que teme pela segurança de crianças, idosos e outros transeuntes. O g1 entrou em contato com a prefeitura para obter mais informações, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem.
Impacto na comunidade local
Os ataques repetidos do pit bull têm gerado um clima de insegurança entre os residentes da Vila Tupi. A ausência de um dono responsável pelo animal complica a situação, pois não há quem possa ser responsabilizado ou tomar medidas preventivas. A presença do cachorro na rua há duas semanas sugere que ele pode estar abandonado ou perdido, mas a falta de ação das autoridades deixa a comunidade vulnerável a novos incidentes.
Moradores relatam que o animal tem se mostrado agressivo principalmente com motociclistas, mas também com qualquer pessoa que passe pela Rua Morubixaba. A situação exige uma resposta urgente do poder público para evitar que os ataques se intensifiquem ou resultem em ferimentos mais graves.



