Família de capivaras encanta Porto Alegre às margens do Arroio Dilúvio
Capivaras são avistadas no Arroio Dilúvio em Porto Alegre

Família de capivaras encanta moradores e visitantes em Porto Alegre

Uma cena inusitada e encantadora chamou a atenção de motoristas e pedestres que circulavam pela Orla do Guaíba, em Porto Alegre, na terça-feira (21). Uma família de capivaras foi avistada às margens do Arroio Dilúvio, transformando-se em uma atração momentânea para quem passava pelo local.

Presença constante na região há aproximadamente dois anos

Conforme relatos e registros, esses mamíferos têm sido observados na área há cerca de dois anos, indicando uma adaptação ao ambiente urbano próximo aos cursos d'água. A prefeitura municipal esclarece que as capivaras se alimentam principalmente de capim, ervas e diversos tipos de vegetação encontrados nas margens de rios e lagos, como o próprio Guaíba.

Orientações importantes para a população:

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  • Não interferir no deslocamento da fauna silvestre, mantendo uma distância segura.
  • Em situações de risco à vida do animal, contatar a equipe da prefeitura através do canal 156, disponível por telefone, aplicativo e site 24 horas por dia.
  • Alternativamente, durante o horário comercial em dias úteis, o telefone (51) 3289-7517 também pode ser utilizado para reportar emergências envolvendo a fauna.

Características das capivaras: o maior roedor do mundo

As capivaras, cientificamente denominadas Hydrochoerus hydrochaeris, são mamíferos roedores que habitam naturalmente banhados, margens de rios e lagoas. De acordo com informações do setor de catalogação de fauna da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), sua dieta é composta por gramíneas, grama, capim e vegetação aquática.

Dados da UFRGS destacam que a capivara é o maior roedor do planeta, podendo atingir até 75 quilos. Predominante na América do Sul, este animal possui hábitos semiaquáticos, sendo avistado tanto durante o dia quanto à noite, e geralmente vive em grupos, o que explica a aparição familiar registrada em Porto Alegre.

A presença desses animais em áreas urbanas reforça a importância da coexistência harmoniosa entre a vida selvagem e o desenvolvimento urbano, sempre respeitando as orientações das autoridades ambientais para garantir a segurança tanto dos animais quanto da população.

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