Animais do antigo Zoológico de Uberlândia iniciam nova vida no BioParque do Rio
Um grupo de animais que estava em período de quarentena no antigo Zoológico Municipal de Uberlândia foi transferido nesta semana para o BioParque do Rio de Janeiro. A movimentação inclui um tucano, duas emas, um cateto e um tamanduá-mirim, marcando um passo importante no processo de transformação do espaço local.
Processo autorizado e acompanhado por especialistas
De acordo com informações divulgadas pela Secretaria Municipal de Gestão Ambiental e Sustentabilidade de Uberlândia, a transferência foi devidamente autorizada pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF). O transporte foi realizado por uma empresa especializada, seguindo rigorosas normas técnicas para garantir a segurança e o bem-estar dos animais durante todo o percurso.
A equipe do BioParque do Rio acompanhou pessoalmente a operação, assegurando que os procedimentos fossem executados com o máximo de cuidado e profissionalismo. Essa medida demonstra o compromisso das autoridades com a proteção animal e o cumprimento das legislações vigentes.
Transformação do zoológico em Parque de Educação Ambiental
A iniciativa está alinhada à Política Municipal de Proteção Animal, instituída por lei em 2025, e faz parte do amplo projeto de reestruturação do antigo Zoológico Municipal de Uberlândia. O espaço, também conhecido como Zoológico do Parque do Sabiá, suspendeu suas atividades no dia 27 de janeiro, mas não será fechado definitivamente.
Em vez disso, ele será transformado em um Parque de Educação Ambiental, com foco em ações educativas, preservação do Cerrado, projetos de conscientização ambiental e parcerias intersetoriais. A nova proposta visa integrar áreas como saúde, cultura, saneamento e trânsito, promovendo uma abordagem mais holística e sustentável.
Novo foco em educação e preservação
Após a conclusão da reestruturação, o antigo zoológico deixará de funcionar como um simples ponto de entretenimento para se tornar um centro de atividades educativas voltadas para crianças e adultos. O objetivo é criar um ambiente que incentive a aprendizagem sobre a biodiversidade local e a importância da conservação do Cerrado.
Embora ainda não haja um prazo definido para a reabertura do espaço ao público, a expectativa é que as mudanças tragam benefícios significativos para a comunidade e para a proteção ambiental na região. A transferência dos animais para o BioParque do Rio representa apenas o início dessa transição, que promete revitalizar o Parque do Sabiá com uma missão educacional renovada.



