Modelo fitness tem prisão mantida após agredir policiais em Japeri
Prisão de modelo que agrediu policiais é mantida no RJ

A Justiça do Rio de Janeiro decidiu manter a prisão preventiva de uma mulher que se envolveu em uma luta corporal com policiais na Baixada Fluminense. O caso, registrado em vídeo, aconteceu na última sexta-feira (9) e ganhou grande repercussão nas redes sociais.

Decisão judicial confirma prisão

Neste domingo (11), a juíza Ariadne Villela Lopes, da Central de Audiências de Custódia, manteve a prisão preventiva de Mariana Leal Gomes, de 30 anos. A decisão judicial confirmou a medida após a análise do caso, que envolve agressão contra agentes do programa Segurança Presente em Japeri.

As imagens que viralizaram mostram Mariana desferindo socos e pontapés contra dois policiais em frente a um bar, no Centro do município. Em um momento da filmagem, ela aparece sendo imobilizada no chão por um dos agentes. Nas redes sociais, a envolvida se apresenta como modelo fitness.

Detalhes do confronto e abordagem

De acordo com informações do programa Segurança Presente, os policiais foram acionados para conter uma situação de agressão. Eles atenderam a uma ocorrência envolvendo uma mulher que estaria agredindo um homem de 58 anos, com quem teria um relacionamento.

Durante a abordagem, a mulher, identificada como Mariana, teria reagido violentamente e atacado os policiais, iniciando o confronto físico que foi registrado. Após o incidente, todos os envolvidos foram encaminhados para atendimento médico.

Eles receberam os primeiros cuidados na Policlínica de Japeri e, posteriormente, foram ao Instituto Médico-Legal (IML) para a realização de exames de corpo de delito.

Consequências legais para a modelo

Conforme registros da 63ª DP (Delegacia de Polícia de Japeri), Mariana Leal Gomes foi autuada em flagrante por três crimes. A lista de infrações inclui:

  • Lesão corporal
  • Resistência
  • Dano ao patrimônio público

A manutenção da prisão preventiva pela Justiça indica que a magistrada entendeu existirem elementos que justificam a custódia durante o andamento do processo. O caso segue sob investigação das autoridades competentes.

O incidente chama a atenção para os riscos enfrentados por agentes de segurança pública durante abordagens de rotina e reacende o debate sobre violência e respeito à autoridade policial.