Vereador do Crata é solto após descumprir medida protetiva em caso de violência doméstica
Vereador do Crata solto após descumprir medida protetiva

Vereador do Crata é solto em audiência de custódia após descumprir medida protetiva

O vereador Francisco Thiago Gomes de Oliveira, do União Brasil, do município do Crata, no Ceará, teve sua liberdade provisória concedida pelo Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) durante uma audiência de custódia realizada nesta quarta-feira, 11 de setembro. O parlamentar havia sido preso na terça-feira, 10 de setembro, por descumprir uma medida protetiva relacionada a um caso de violência doméstica.

Detalhes do caso e prisão preventiva

Segundo informações da Polícia Civil, um mandado de prisão preventiva foi cumprido por policiais da Delegacia de Defesa da Mulher do Crata contra o vereador Thiago Gomes. Ele é investigado por suspeita de agredir a ex-companheira após invadir a casa dela, em um incidente registrado no dia 6 de fevereiro deste ano. O homem, de 33 anos, possui antecedentes criminais por injúria e ameaça no contexto de violência doméstica.

Em nota, o TJCE confirmou que o juiz reforçou a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão ao suspeito, incluindo monitoramento eletrônico, e também reforçou as medidas protetivas para a vítima. O processo judicial está sob segredo de justiça, e o g1 não conseguiu localizar a defesa de Thiago Gomes para comentar a soltura em audiência de custódia.

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Relato da agressão e investigação

A investigação contra o vereador Thiago Gomes ganhou repercussão após uma denúncia de que ele teria invadido a casa da ex-companheira e a agredido fisicamente. Conforme relatório policial, a vítima, uma mulher de 35 anos, relatou que o suspeito entrou à força pela porta da residência onde ela estava. Em seguida, o vereador teria tentado enforcá-la com o braço e depois a empurrado, fazendo com que ela caísse no chão.

Na ocasião, a mulher afirmou à polícia que estava separada do agressor havia cinco dias. A ocorrência foi atendida pela Patrulha Maria da Penha, vinculada à Guarda Civil Metropolitana do Crata, com policiais militares também presentes no local. A vítima foi levada à Delegacia de Defesa da Mulher para prestar depoimento e passou por procedimentos de perícia.

Conforme a Patrulha Maria da Penha, ela recebeu acompanhamento das autoridades e foi encaminhada para um local seguro. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, com detalhes adicionais a serem apurados conforme o andamento do processo.

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