Recepcionista de hotel em Curitiba relata agressão brutal por hóspede que tentou homicídio
Recepcionista agredida por hóspede em hotel de Curitiba

Recepcionista de hotel em Curitiba sofre agressão brutal por hóspede que tentou homicídio

A recepcionista Maria Niuzete Batista viveu momentos de terror no sábado (7), em Curitiba, quando foi agredida por um hóspede no hotel onde trabalha. Ela relatou que lutou pela vida durante o ataque, descrevendo o agressor como um monstro e expressando medo e desejo por justiça.

Detalhes do ataque e prisão preventiva

O homem, identificado como Jhonathan Reynaldo dos Santos, de 24 anos, pintor que estava na capital paranaense a trabalho, foi preso preventivamente por tentativa de homicídio qualificado. Na segunda-feira (9), Maria prestou depoimento à polícia, detalhando os eventos que levaram à violência.

Segundo a vítima, Jhonathan passou parte da noite circulando pelo hotel e consumindo bebida alcoólica. Após ser orientada por Maria a não beber na recepção, ele subiu ao quarto, mas retornou pouco depois, alegando passar mal e pedindo que ela o acompanhasse. Quando ela recusou, citando compromissos profissionais, ele revelou intenções inapropriadas, pedindo um beijo.

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Momento crítico da agressão

Maria se refugiou no banheiro dos funcionários, mas imagens de segurança mostram Jhonathan pulando o balcão da recepção e indo atrás dela. Ao sair, ela foi surpreendida pelo suspeito, que tentou agarrá-la. As agressões começaram com socos, um chute na barriga e estrangulamento, fazendo-a perder a consciência por segundos.

Após recuperar os sentidos, Maria correu até a saída do hotel, onde foi socorrida por hóspedes e vizinhos, que acionaram a polícia. Ela enfatizou que apenas cumpria normas da empresa ao orientar o hóspede sobre o consumo de álcool.

Defesa do agressor e audiência de custódia

Na audiência de custódia, Jhonathan afirmou estar sob efeitos de drogas e bebidas, alegando que a agressão ocorreu sem intenção de matar, após se irritar com comentários da recepcionista. A defesa do homem classificou o caso como pontual, tratado pela Justiça do Paraná.

Maria, no entanto, contesta essa versão, reiterando que sua única interação foi profissional, focada em fazer cumprir as regras do estabelecimento. O caso continua sob investigação, com a vítima buscando apoio e justiça após o trauma vivido.

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